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Esportes

Em coletiva, Mario faz balanço do ano do Fluminense e fala sobre Uram, voto online, renovações…

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Em coletiva, Mario faz balanço do ano do Fluminense e fala sobre Uram, voto online, renovações...

O presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, realizou entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, no CT Carlos Castilho. Na conversa de cerca de 1h40min de duração, o mandatário tricolor foi questionado sobre diversos assuntos, como o desempenho do futebol do clube nesta temporada, renovações, voto online, etc.

Mário Bittencourt, presidente do Fluminense — Foto: Divulgação

Mário Bittencourt, presidente do Fluminense — Foto: Divulgação

 

Relação do Fluminense com Eduardo Uram, empresário de Caio Paulista e de outros jogadores que estão ou passaram recentemente pelo clube.

– A relação do empresário Eduardo Uram com o Fluminense é a mesma de todos os outros empresários que possuem jogador no Fluminense e em todos os clubes no futebol brasileiro. Não existe hoje jogador em nenhum clube do mundo que não tenha empresário. A relação dele é muito anterior à minha chegada ao clube. O Eduardo Uram, por exemplo, foi quem trouxe o Mariano para o Fluminense em 2009, é empresário do Cuca, hoje no Atlético-MG, do Guilherme Arana, que tentei contratar, mas não conseguir por condições financeiras. É também é empresário do Yago Felipe, que veio de graça para o Fluminense, que tem 70% dos direitos econômicos, cedidos de forma gratuita. É também é do Firmino, Lomba, Wellington Nem, de uma série de jogadores. A relação com ele é como todo e qualquer empresário. As pessoas gostam de falar dessa relação porque acham que ela me inibe de alguma forma, mas não tenho nenhum problema em relação a isso. O empresário do Calegari é o mesmo do Miguel, que é o mesmo do David Braz… Existem cinco ou seis grandes grupos de empresários. Os outros todos são parceiros desses seis grandes, que administram a carreira dos jogadores do futebol brasileiro.

Aquisição de Caio Paulista em definitivo

– Os dois empréstimos do Caio Paulista foram gratuitos. Em 2020, ele tinha uma proposta para ganhar mais do que aqui, mas optou por vir para o Fluminense. Era uma promessa que ele tinha feito à mãe de que retornaria para cá. O jogador estava na Tombense, emprestado ao Avaí, iria para o Inter e veio para cá, sem nenhum valor pago a título de empréstimo. Só existe opção de compra quando você paga pelo empréstimo. O caso do Nonato, por exemplo. Estamos pagando ao Inter pelo empréstimo e exigimos um direito de compra, porque já estamos gastando um dinheiro antecipado, então tem que ter essa opção.

Caio Paulista assinou contrato até 2026 com o Fluminense — Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC

Caio Paulista assinou contrato até 2026 com o Fluminense — Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC

– O Caio teve muitas procuras em 2020, de clubes da primeira divisão, porque foi pouco aproveitado aqui. Mas nossa equipe de futebol, departamento, scout, viram um potencial para 2021. E aí fomos ao representante e solicitamos um novo empréstimo também gratuito, sem opção de compra. Por quê? Porque não tínhamos a certeza que ele iria performar, mas achávamos que ele tinha essa condição. Quando foi chegando perto do fim, informamos que tinha um interesse de comprar o atleta. O Tombense colocou um valor que acredita ser o de mercado do jogador e a nossa equipe interna concluiu que era um jogador que tinha um potencial para fazermos um investimento. E quando fazemos um investimento em um jogador, fazemos um contrato longo, porque estamos aportando um valor e se o contrato for curto e ele for embora o investimento vira pó. Foi uma operação absolutamente normal dentro dos padrões de mercado. Ele tinha propostas de clubes da Europa, não de primeira linha, mas que pagariam muito mais que nós, mas foi desejo do jogador continuar performando no Fluminense.

Contratação de Roger Machado por 2 anos e demissão precoce

– Nosso planejamento é sempre a médio e longo prazo. Quando trouxemos o Odair, ele nos pediu contrato de dois anos, e demos de um. Ele fez um grande trabalho e o perdemos no meio do trabalho porque era um contrato curto. Como gostamos de trabalhar a longo prazo, quisemos fazer um contrato mais longo com o próximo treinador, de dois anos, porque, mesmo tendo dispensado o treinador no meio, acreditamos em trabalho de longo prazo. Sobre o Roger, tínhamos receio que, o trabalho dando certo, perdêssemos um treinador como perdemos o Odair. Foi uma maneira de dar segurança para a longevidade do trabalho. Foram divulgadas multas completamente fora da realidade. Não são verdadeiros os valores. Existia uma multa para a saída dele, fizemos um acordo no meio do caminho, está dentro do nosso fluxo. Para vocês saberem, acabamos de quitar recentemente o Fernando Diniz, que saiu em 2019, algumas coisas de rescisão do Odair, direitos trabalhistas, estamos pagando mensalmente. Vamos pagar a multa do Roger parceladamente.

Roger Machado no empate entre Fluminense e Barcelona de Guayaquil, pela Libertadores — Foto: Dolores Ochoa-Pool/Getty Images

Roger Machado no empate entre Fluminense e Barcelona de Guayaquil, pela Libertadores — Foto: Dolores Ochoa-Pool/Getty Images

Cláusula de renovação automática do volante Wellington

– É mais uma negociação que colocamos uma cláusula, sim. O pedido do atleta era vir por dois anos. Nós não queríamos fazer dois anos fixos. O atleta foi um pedido da comissão técnica que aqui estava, não é uma crítica, porque ele vem contribuindo conosco. Mas os torcedores precisam entender que dentro das contratações, tem a opinião do departamento de scout, do diretor-executivo, do treinador que está no momento, da comissão permanente… Como o atleta tinha histórico de algumas cirurgias, o nosso departamento médico nos orientou a fazer um contrato de um ano e que colocássemos uma cláusula de performance, no sentido que se ele estivesse apto a jogar um percentual X de jogos, se não tivesse lesões, se tivesse fisicamente bem, poderíamos colocar cláusula de extensão de contrato. Foi uma cláusula para nos proteger. De cabeça confesso que não sei esse percentual, se ele já atingiu. As negociações estão sempre abertas. Ao fim do ano sentaremos com o representante para analisar a cláusula e com a comissão técnica, para saber se é o desejo de seguir ou não com o atleta. A grande dificuldade que temos no futebol brasileiro é que a legislação determina que se o clube dispensa o atleta sem uma negociação é obrigado a pagar o contrato até o fim. Não vamos cometer o erro cometido aqui no passado de dispensas imotivadas por whatsapp, e-mail, cartinha, porque isso gerou um passivo de mais de R$ 70 milhões para o clube.

Wellington, Fluminense — Foto: Alexandre Durão / ge

Wellington, Fluminense — Foto: Alexandre Durão / ge

Rescisão com Nenê

– Um exemplo de saída extremamente bem-sucedida, onde todas as partes ficaram felizes foi a saída do Nenê. Ele queria um contrato mais longo, queria jogar mais dois anos. Nós dissemos que neste momento não tínhamos conversar sobre esse assunto com ele, porque ainda não temos o valor que vamos receber para investimento. E ele me pediu para fazer a rescisão porque estava indo para um lugar onde conseguiria um contrato um pouco maior. Fizemos uma reunião extremamente transparente, amistosa, rescisão de comum acordo, acertamos o que tínhamos de pendência e ele seguiu o caminho dele ao Vasco. Foi uma saída extremamente rápida. Ele deu o máximo que podia aqui, nós entregamos muito carinho, respeito. É assim que funciona o futebol.

Nenê, Fluminense — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Nenê, Fluminense — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Dívidas com Fifa

– As dificuldades continuam imensas, mas estamos fazendo um resgate, de recuperação, de pagamentos das dívidas, como vocês sabem. Estávamos sendo cobrados na Fifa pelo Samorin, 1,6 milhões de euros. Nosso departamento jurídico fez uma excelente defesa, conseguimos reduzir, mas fomos condenados a pagar 536 mil euros pela Fifa, que é quase um mês de folha. Temos 40 dias para pagar ou tentar um parcelamento, sob pena de ficarmos impedidos de realizar transferência de jogadores, de perder pontos, como Cruzeiro perdeu. Só de dívidas Fifa, que são dívidas a curto prazo, temos pra lá de R$ 40 milhões. Já pagamos um bom pedaço. As compras de jogadores feitas na nossa gestão, Michel Araújo e Fernando Pacheco, estão totalmente quitadas. Quitamos outra dívida, com o goleiro De Amores, cerca de 500, 600 mil dólares, e estamos pagando a dívida com o Independiente Del Valle ainda, pelo Sornoza e Orejuela, que é uma dívida gigantesca. Ainda falta 3 milhões de dólares. Estamos pagando para não vermos o nosso clube perder pontos e ficar impedido de fazer transferências. Em vez de investir em jogadores, estou pagando dívidas de compras que aconteceram há quatro, cinco anos. Toda a premiação que recebemos na Libertadores foi bloqueada por dívidas trabalhistas com jogadores que jogaram em 2010, 2011, 2012… A situação é muito difícil, mas mesmo assim, mesmo com pandemia, perda de receitas, sem público nos estádios, estamos sobrevivendo.

Ato Trabalhista

– O Ato Trabalhista nós cumprimos integralmente, encerrou o prazo, não fomos excluídos. Agora existe uma discussão técnica porque a lei da SAF permite que o parcelamento da dívida seja feito em seis anos. Ainda não há entendimento do tribunal trabalhista se será feito em mais três ou mais seis. Estamos em discussão técnica aguardando um posicionamento do tribunal do RJ. Recentemente o Vasco foi executado em toda sua dívida trabalhista. A regra atual diz que se você apresenta um plano e ele não é aceito, toda a dívida entra em execução no dia seguinte, aí o clube engessa de vez. Estamos estudando há dois meses para decidir o caminho que temos que tomar com relação ao Ato.

CNDs e Esportes Olímpicos

– Dividimos o passivo em mais R$ 45 milhões. Isso em pagamento de dívida e negociações, especialmente com a PGFN. A gente vem negociando uma transação tributária e, possivelmente, até o fim do ano vamos conseguir nossas CNDs. E aí temos alguns projetos pré-aprovados para os Esportes Olímpicos, para que, com esses projetos, mitiguemos os riscos e a partir de 2022 negociar essa conta e gerar esse prejuízo que estamos tendo também muito em razão da paralisação das atividades no clube. Uma das grandes fontes de receitas desse departamento são as escolinhas e com o clube fechado, elas sucumbiram. Com o retorno das atividades poderemos mitigar isso.

Extensão de contrato de Matheus Ferraz

– O jogador foi procurado pela Chapecoense e por mais dois outros clubes da primeira divisão. Em 2014, quando fui vice de futebol, eu ouvia do departamento de futebol o seguinte. Zagueiro, se você tem seis, você tem cinco; se você tem cinco, você tem quatro; se você tem quatro, você não tem nenhum. Porque zagueiros se machucam muito, recebem muito cartão. E a experiência, hoje, me fez entender que é preciso ter um time de zagueiros para disputar três competições. Sabíamos da possibilidade do Nino ir para Olimpíada, de uma possibilidade que não aconteceu de ele receber proposta no meio do ano, o Luccas Claro foi muito bem e poderia chegar proposta, e ele tem uma cláusula de saída para o exterior exigida na renovação. E quando o Matheus foi procurado, entendemos que seria melhor estender o contrato para termos uma garantia dessa quantidade de zagueiros. Além de tudo isso e de ele ser um grande jogador, é um cara muito importante para nós, um grande líder, um jogador extremamente aplicado, que nos ajuda muito internamente no dia a dia. E em algum momento ele vai ser utilizado, relacionado. Foi uma decisão de critério técnico.

Avaliação do time do Fluminense

Temos um time competitivo. Um time com poucos recursos de investimento, com folha salarial baixa, precisa competir. Entendi isso em 2019 quando jogávamos um futebol muito bonito – e eu gostava muito e gosto do treinador, o Diniz -, mas percebi que quando temos dificuldade com o time, temos um elenco enxuto. E optamos por ter um futebol mais de competição, para equilibrar. E, com erros e acertos, somos competitivos. Competimos lá em cima, temos dificuldades contra os times de altíssimo investimento, mas, mesmo assim, tanto contra o Barcelona-EQU e o Atlético-MG, tivemos em algum momento a sensação de que podíamos ter nos classificado, e por isso a frustração minha, dos jogadores, da comissão técnica e dos torcedores. Conseguimos mostrar que éramos competitivos. Ganhamos do River na Argentina, ganhamos do Cerro no Paraguai, vencemos nosso arquirrival que tem investimento oito, nove vezes maior que o nosso. A gente mostra para o nosso torcedor que somos competitivos. E quando não vamos adiante, gera frustração. Mas mesmo após os revezes, é continuar fazendo o trabalho para conseguirmos voltar a disputar a competição no ano que vem. Nosso objetivo de momento é voltar para a Libertadores ano que vem e ser mais competitivo ainda. Óbvio que estamos tristes.

Função de Paulo Angioni no clube

– Ele é o diretor executivo do Flu, ele exerce toda a função dele de diretor executivo. As pessoas fala muito em profissionalismo e o Fluminense é muito profissional. O fato dele falar ou não com vocês é uma questão nossa de dia a dia, ele é um profissional que opta mais pela discrição, ele trabalhou no Fluminense, Vasco, Botafogo e Corinthians. Trabalhou comigo inclusive quando eu fui vice-presidente de futebol. Ele é um profissional que a gente gosta e acredita muito. a gente trabalha muito internamente aqui. ele traz muita estabilidade porque ele é muito experiente. Eu valorizo a experiência e ouço muito a experiência das pessoas que estão nesse negocio há muitos anos. Eu, como presidente, atuo em todas as frentes do clube. No momento final, eu respondo pelo clube. Eu estou deixando muito claro que tenho minha função de presidente e estou de olho em todos os departamentos. Estamos fazendo um trabalho estável, de estabilidade.

Voto online

– Estava no nosso plano de gestão que desejávamos implementar o voto online. Queremos que o torcedor esteja participando mais das decisões do clube. Nós precisamos de uma interpretação do estatuto. Eu gostaria que ficasse registrado, o Fluminense é o clube mais democrático do RJ. Para que não se confundam as coisas, porque as pessoas deturpam propositalmente o que a gente fala, o Sócio-Torcedor do fluminense é o único do Rio de Janeiro que tem o direito de votar. eu perdi uma eleição em 2016 com o voto do Sócio-Torcedor e venci em 2019 com o voto do Sócio-Torcedor. Desde 2010, a eleição do Fluminense é fiscalizada e gerida pelo Ministério Público do Rio de Janeira e com urnas eletrônicas do TRE que fiscaliza e participa das eleições. Até 2016 não havia urna eletrônica. Eu estou fazendo essa fala aqui porque a única coisa que a gente não pode para 2022 é transformar as eleições do Fluminense como as dos outros clubes. E eu falo especificamente como a do Vasco. O Fluminense está de pé porque nós, em 2016, mesmo perdendo, fizemos a boa política. em nenhum momento fomos detratores das pessoas, não criamos fake news para poder atacar a instituição. O Fluminense é maior do que todos nós, do que nossas vaidades e correntes políticas. O que não pode acontecer é as pessoas inventarem uma bandeira que é nossa, que estamos trabalhando para organizar. Nós criamos uma comissão interna para que a gente possa entregar a analise para que não gere judicialização. O Fluminense é muito grande para que nós fiquemos discutindo essas pequenezas que só prejudicam a instituição. Lisura acima de tudo, é isso que precisamos para 2022.

Renovações de contrato

– Setembro é conhecido como o mês “triangulo das bermudas” do futebol por conta das lesões e alguns jogadores estão em fim de contrato e procuram organizar o futuro. O clubes têm dificuldades nesse período porque a gente já começa a pensar no ano seguinte, mas ainda tenho 18 rodadas do campeonato para me classificar e preciso de todos os jogadores do elenco. Exceto em casos específicos, só vamos discutir renovação a partir de dezembro em 2021. Se acontecer uma questão pontual ou inversa, ou seja, se alguém procurar um jogador nosso em final de contrato e nossa comissão técnica entenderem que é um jogador que é importante para o ano que vem e iniciaremos uma processos e renovação. Por enquanto a rega é essa, só falamos de renovação no final da temporada, como aconteceu no caso do Nenê e do Matheus Ferraz.

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Globo Esporte

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