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Economia

Comércio eletrônico projeta participação recorde nas vendas do varejo com Black Friday, apesar de crescimento menor

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Segundo Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), vendas online correspondem atualmente a 11,2% do setor varejista e expectativa é que atinjam 18,7% em novembro. Consumidor, porém, está mais cauteloso e deve gastar menos neste ano no evento de ofertas marcado para o dia 26.

Após o salto histórico registrado no ano passado, as vendas pela internet continuam ganhando espaço no varejo nacional – e, mesmo em meio a um cenário de disparada da inflação e de maior cautela dos consumidores, o comércio eletrônico projeta alcançar uma nova participação recorde nas vendas totais das lojas brasileiras neste mês de Black Friday.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas online já correspondem a mais de 11% do setor varejista no país e a projeção é que a participação atingirá em novembro a marca recorde de 18,7% das vendas totais do comércio no Brasil.

O recorde anterior foi registrado em novembro do ano passado, quando a taxa chegou a 14,4%, com o impacto da Black Friday e da segunda onda do coronavírus que impôs restrições de funcionamento às lojas físicas, forçando uma maior digitalização das empresas e atraindo também milhões de novos compradores online. Antes da chegada da pandemia de Covid-19, a participação do e-commerce brasileiro no varejo nunca tinha passado dos 10%.

Confirmada as expectativas, a participação do comércio eletrônico no varejo brasileiro deverá passar de uma média anual de 9,6% em 2020 para 11,6% em 2021. A ABComm projeta um crescimento de 18,5% no faturamento anual do segmento em 2021, após salto de 68% em 2020.

Participação do comércio eletrônico nas vendas totais — Foto: Economia g1

Participação do comércio eletrônico nas vendas totais — Foto: Economia g1

Mesmo com a maior movimentação de pessoas nas cidades e fim das restrições para o comércio físico, os representantes do setor avaliam que o comércio eletrônico registrará novo recorde nesta Black Friday, favorecido tanto pelo aumento do número de lojas virtuais como também pela contínua entrada de novos consumidores.

Neste ano, a data tradicional de ofertas do varejo acontece no dia 26 de novembro.

“A Black Friday 2021 será melhor que a do ano passado porque temos um número maior de lojas disponíveis para a venda online e também uma entrada de consumidores que com a pandemia não tinham como consumir no comércio tradicional, partiram para a internet e tiveram uma boa experiência, e até obrigatória”, afirma Rodrigo Bandeira, vice-presidente da ABComm.

 

A associação estima que mais de 20 milhões de consumidores realizaram pela primeira vez uma compra pela internet após a pandemia e que mais de 160 mil lojas lojas virtuais foram criadas desde 2020 no país.

Inflação nas alturas e dólar caro limitam consumo

 

A ABComm projeta um crescimento de 25% no faturamento do comércio eletrônico nesta edição da Black Friday, no comparativo com o ano passado. Em 2020, as vendas da Black Friday somaram R$ 5,1 bilhões, valor 31% maior do que o de 2019, segundo dados da NeoTrust/Compre&Confie.

Em meio à inflação nas alturas, dólar acima de R$ 5,50 e desemprego ainda elevado, a avaliação é que o brasileiro irá gastar menos neste ano na Black Friday. A associação projeta um valor médio de R$ 620 por brasileiro, abaixo do tíquete médio de R$ 668,70 de 2020.

Para o resultado do comércio eletrônico no consolidado de 2021, a ABComm continua prevendo uma taxa de crescimento novamente de dois dígitos (18,5%), embora menor do que a projetada no início do ano, de 34%.

“Houve uma reversão de expectativa. A estimativa no início do ano era mais otimista”, explica Bandeira, citando os impactos da alta do dólar e da gasolina nos custos do frete, no planejamento dos estoques e nas vendas do setor. “A questão dos combustíveis vem impactando o frete e a logística é ainda algo que encarece demais os custos de uma loja e que freia a expansão do setor”.

 

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base nos dados da Receita Federal sobre notas fiscais eletrônicas, aponta que o faturamento real do e-commerce avançou 47% no 1º semestre na comparação anual. A entidade avalia, porém, que o crescimento irá desacelerar para uma taxa mais próxima de 30% no 2º semestre.

“As barreiras ao consumo presencial estão sendo retiradas gradativamente e isso tira um pouco do ritmo do varejo online. Mas também não podemos ignorar o fato que em um ambiente de inflação com taxa de 10% e juros em elevação, a tendência é o varejo online ter uma dificuldade um pouco maior de sustentar o ritmo que tinha até então”, afirma o economista da CNC, Fabio Bentes.

 

Ele lembra que a taxa de câmbio também encarece preços de bens de consumo duráveis, como eletrônicos e eletrodomésticos, que costuma liderar as vendas as vendas pela internet.

Em relatório publicado nesta semana, a XP avaliou que “fortes aumentos de preço são um desafio para grandes descontos na Black Friday e a indústria não parece querer dividir a conta” em razão do desbalanceamento da cadeia, cenário competitivo bastante acirrado e deterioração do cenário econômico.

Natal da lembrancinha

 

Levantamento do Ebit/Nielsen mostra que o percentual de consumidores online que pretendem fazer compras pela internet na Black Friday caiu de 91% em 2020 para 89% em 2021.

Outra pesquisa encomendada pelo Google com a consultoria Ipsos também indica um consumo mais comedido neste ano. Segundo o levantamento realizado em setembro, 64% dos brasileiros têm intenção de comprar durante a Black Friday. A sondagem identificou dois perfis distintos: um mais cauteloso, representando 44%, e um mais aberto, com 56%.

Entre os 44% mais cautelosos, 25% afirmaram estar economizando para necessidades futuras e 19% só pretendem comprar se encontrarem um ótimo desconto. Dos 56% que declararam estar mais abertos para a Black Friday, 37% disseram estar economizando para comprar com desconto, 13% pretendem comprar muitas coisas por não terem comprado no ano passado, e só 6% disseram querer aproveitar para comprar mais presentes.

A avaliação do setor é que o Natal deste ano voltará a ser presencial para muitas famílias, mas com troca de lembrancinhas no lugar de presentes em muitos casos, uma vez que a renda do brasileiro está sendo corroída pela inflação. Dados do IBGE mostram que o rendimento médio real do trabalhador caiu 10,2% em 1 ano.

“Todos nós desejamos que este ano seja um Natal presencial e isso estimula a aquisição de presentes. Mas é claro que a crise impacta e o que até então era um presente pode vir a ser uma lembrancinha”, diz Bandeira.

 

O dirigente da ABComm avalia, porém, que diferentemente de anos anteriores, deverá crescer o volume de compras de Natal durante o mês de dezembro, incluindo até mesmo pedidos de última hora, em meio à disputa das grandes varejistas por prazos menores de entrega.

“As entregas ficaram muito mais rápidas. O consumidor já se adaptou a receber dentro da necessidade de urgência que ele precisa. Ele sabe que pode avançar até certas datas mais próximas para adquirir um produto pela internet, que ele receberá”, afirma.

A inflação persistente, a crise hídrica, o desemprego ainda elevado e as elevadas incertezas fiscais e politicas às vésperas do ano eleitoral de 2022 têm piorado as perspectivas para a economia brasileira. O mercado financeiro tem revisado para baixo as projeções de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e elevado as estimativas para a inflação e para a taxa básica de juros (Selic). A projeção atual para o resultado do PIB de 2021 é de uma alta de 4,94%, após um tombo de 4,1% no ano passado. Para 2022, o mercado baixou a previsão de crescimento para 1,20%.

Após dados decepcionantes do desempenho do comércio nos últimos meses, a CNC reduziu a expectativa de crescimento do setor varejista brasileiro em 2021, de 4,9% para 4,6%.

Itens mais procurados

 

Veja abaixo as 10 categorias com maior intenção de compra na Black Friday, segundo pesquisa Google/Ipsos:

  1. Vestuário (62%)
  2. Celulares (40%)
  3. Livros e Papelaria (38%)
  4. Calçados (33%)
  5. Cuidado pessoal (27%)
  6. Computadores (26%)
  7. Comidas (23%)
  8. Móveis (19%)
  9. Eletroportáteis (17%)
  10. TVs (16%)

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G1

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