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Esportes

Análise: seleção brasileira tem Neymar como referência. É bem diferente de dependência

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Camisa 10 participou das jogadas de todos os gols do Brasil nos últimos quatro jogos

Neymar participou das jogadas dos quatro gols da seleção brasileira na goleada por 4 a 0 sobre o Peru, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa América. Já tinha se envolvido nos três na estreia, diante da Venezuela, e nos dois contra Equador e Paraguai, pelas Eliminatórias. Nas últimas quatro partidas, fez quatro gols e deu quatro assistências.

No novo esquema montado por Tite, Neymar é cada vez mais referência – o que é bem diferente de dizer que haja uma dependência.Tal discussão já deveria, inclusive, ter sido superada, mas volta à tona sempre que o camisa 10 engata uma boa fase com a amarelinha.

Por “dependência” entenda-se aquele jogo de estratégia única: toca no Neymar que ele resolve. Ou aquela certeza de que a vitória só é possível em dia de atuação inspirada do craque. Mais ou menos o que nossos vizinhos vivem com Messi.

Da Copa da Rússia até o mês passado, Neymar ficou fora de metade dos jogos da Seleção devido a diferentes lesões e, mesmo assim, o Brasil faturou a Copa América e viu seu aproveitamento de quase 80% com Tite seguir intacto.

Não faria sentido contar com um dos melhores jogadores do mundo e não tê-lo como peça principal da engrenagem. A Seleção não joga em função de Neymar, mas cria condições para que o talento dele seja potencializado, escalando-o mais centralizado, ora meia, ora atacante, e sem tanta responsabilidade defensiva.

Neymar participou das jogadas dos quatro gols do Brasil contra o Peru — Foto: André Durão

Neymar participou das jogadas dos quatro gols do Brasil contra o Peru — Foto: André Durão

Diante do Peru, no entanto, o jogo do camisa 10 e de toda a equipe demorou a encaixar, mesmo com a vantagem no placar desde os 11 minutos.

O gol, aliás, parece ter feito “mal” para a Seleção, que passou a esperar o adversário em seu campo, fazendo pouca pressão na saída de bola. Isso não seria um problema tão grande se o Brasil conseguisse fazer uma transição rápida da defesa para o ataque, o que também não ocorreu – em parte porque o gramado do Nilton Santos estava em más condições.

Assim, Neymar ficava impaciente e recuava algumas vezes até o círculo central para participar do jogo, distanciando-se da área adversária, onde é mais perigoso.

Outro que acabou se prejudicando foi Gabigol, que voltou a ganhar chance como titular e deu menos toques na bola do que o goleiro Ederson. Com apenas cinco passes e nenhuma finalização, o atacante do Flamengo foi substituído no intervalo.

Após um primeiro tempo pouco empolgante, Tite retornou para a etapa final com Gabriel Jesus por dentro, mais próximo de Neymar, e Everton Ribeiro construindo da direita para o centro. Richarlison também deu mais poder de fogo, entrando na vaga de Everton Cebolinha.

A Seleção, então, cresceu de rendimento e novamente mostrou ser letal quando tem espaços. Everton Ribeiro deu liberdade para Neymar circular mais, sendo arco e flecha, como Tite gosta de dizer.

Mais cansado e precisando se expor, o Peru voltou a ser goleado pelo Brasil, como já havia acontecido na Copa América de 2019 (daquela vez o placar na fase de grupos foi 5 a 0).

Brasil x Peru - Copa América 2021 — Foto: André Durão

Brasil x Peru – Copa América 2021 — Foto: André Durão

Com a classificação para as quartas de final já encaminhada, Tite poderá seguir fazendo observações. Nesta quinta, foram seis mudanças em relação à estreia. Fabinho, que entrou na vaga de Casemiro e fez seu primeiro jogo oficial como titular com a amarelinha, talvez tenha sido quem melhor aproveitou a chance.

Outro destaque individual que merece ser mencionado é Gabriel Jesus. Atuando bem aberto pelo lado direito, é provável que o atacante perca posições no ranking de artilheiros da Seleção. Já são dez jogos do Brasil sem ele balançar as redes, mas o jogador do Manchester City tem se mostrado extremamente útil, tanto na criação como na recomposição defensiva – foi dele o passe para o primeiro gol (em lance que havia cinco jogadores brasileiros dentro da área) e também a arrancada que originou o segundo.

Agora, a Seleção terá quase uma semana para treinar, algo raro e celebrado por Tite, que deve fazer novas mudanças para enfrentar a Colômbia, quarta-feira, mais uma vez no Nilton Santos.

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Fontes: Ge – Globo Esporte.

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