Número anterior, que também era considerado recorde, foi registrado no dia 6 de dezembro deste ano, quando 250,5 milhões de transações foram contabilizadas
William Oliveira Publicado em 23/12/2024, às 11h52
Na última sexta-feira (20), o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, conhecido como Pix, alcançou um novo marco histórico ao registrar 252,1 milhões de transações em um único dia. Esse volume expressivo resultou em um total de R$ 162,9 bilhões movimentados, coincidindo com a proximidade das festividades natalinas.
O número anterior, que também era considerado recorde, foi registrado no dia 6 de dezembro deste ano, quando 250,5 milhões de transações foram contabilizadas.
Em uma declaração divulgada nesta segunda-feira (23), o BC destacou que esses resultados reforçam a relevância do Pix como uma infraestrutura digital pública. Segundo a instituição, o sistema tem desempenhado um papel crucial na promoção da inclusão financeira e na ampliação da concorrência entre os serviços de pagamento no Brasil.
Desde seu lançamento em novembro de 2020, o Pix tem se consolidado como uma ferramenta essencial para os brasileiros. Para assegurar a integridade e a segurança nas operações realizadas através desse sistema, o Banco Central implementou recentemente uma série de modificações.
Entre as novas diretrizes, foi estabelecido que transferências iniciadas em dispositivos não registrados não podem ultrapassar R$ 200. Além disso, existe um limite diário de R$ 1 mil para transações efetuadas por meio de celulares e computadores que não estejam cadastrados em instituições financeiras. Para operar valores superiores a esses limites, é necessário que os usuários realizem o cadastro dos dispositivos junto aos bancos.
Essas medidas visam reforçar a segurança nas transações e também se aplicam às instituições financeiras. O Banco Central determinou que as entidades devem:
A partir desta sexta-feira, os bancos também têm a obrigação de verificar semestralmente se seus clientes estão marcados como fraudadores na base de dados do Banco Central.
As recomendações adicionais do órgão regulador incluem: