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Agricultor brasileiro: conheça o perfil, hábitos e os desafios desse profissional

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Agricultor brasileiro: conheça o perfil, hábitos e os desafios desse profissional

Reflexões sobre o trabalho no campo e a importância do produtor agrícola no cenário brasileiro ganham destaque em razão da comemoração do Dia do Agricultor, em 28 de julho.

No plano central do agronegócio, setor que representa 23,5% do PIB nacional, o trabalhador do campo se esforça diariamente para melhores resultados na produção. Apesar dessa grande importância, o produtor rural no Brasil enfrenta muitos desafios e precisa estar preparado para vencer o futuro com confiança. Essa reflexão é ainda mais válida em razão do Dia do Agricultor, comemorado no Brasil no dia 28 de julho.

A 7ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) traçou o perfil desse profissional no cenário econômico atual e quais são os obstáculos que lhe são impostos a cada dia.

De acordo com a pesquisa, o produtor rural no Brasil tem em média 46,5 anos de idade, mais novo do que o estudo realizado em 2013, há 4 anos. Os dados também revelam que a mulher ganhou uma participação ainda mais expressiva, representando 31% dos produtores — 21% a mais em relação à pesquisa anterior. Nos últimos, as mulheres passaram a gerenciar e tomar mais decisões na atividade ao lado do marido. Segundo 62% dos entrevistados, o papel da mulher na propriedade é muito importante.

A agricultora Aurélia Berti, de Toledo (PR), é um exemplo desse movimento. Apaixonada pela terra e pelo trabalho “na roça”, como gosta de falar, ela sempre dividiu os afazeres da propriedade com o marido.

“Eu nasci no sítio e sempre trabalhei na roça. Cuidava de vaca de leite, da horta, da roça em si, com meu marido. Tudo o que ele sabia fazer, eu também sabia, até dirigir o trator”, relata a agricultora.

Agricultora Aurélia Berti, de Toledo (PR), sempre dividiu os afazeres da propriedade com o marido (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Agricultora Aurélia Berti, de Toledo (PR), sempre dividiu os afazeres da propriedade com o marido (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

No geral, o produtor rural brasileiro é uma pessoa de meia idade, com filhos cursando a faculdade na área de agronegócio. Além da televisão e do rádio, esse empreendedor está cada vez mais conectado. Em 2013, apenas 17% dos entrevistados possuíam um smartphone. Agora, 61% dos produtores já têm esses e outros dispositivos com acesso à internet e utiliza a rede para se manter atualizado com as novas práticas do setor.

Tradição familiar no campo

Outro relatório, produzido pelo Departamento do Agronegócio da Fiesp e pela Organização das Cooperativas Brasileira, apontou que, em média, 60% das famílias dos agricultores já estão no ramo há mais de 30 anos.

Para Rogério Cadori, natural do Rio Grande do Sul e que hoje é agricultor na Bolívia, a agricultura é sim uma tradição de família. Ele e seus dez irmãos trabalham com negócios relacionados ao setor agrícola.

“Agricultura vem de família. Somos em dez irmãos, da região sul do país, e crescemos nesse ambiente e cada um, dentro da agricultura, buscou seu futuro em outros locais do Brasil e fora dele. Além do Rio Grande do Sul, estamos no Mato Grosso e Bolívia”, explica Rogério.

Agricultura é tradição na família de Rogério Cadori (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Agricultura é tradição na família de Rogério Cadori (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Desafios a serem superados na agricultura

Ainda com base na pesquisa de ABMRA, foi checado quais seriam, na avaliação dos agricultores, os principais desafios enfrentados por eles no Brasil. Entre os problemas mais citados, estão o clima, com 24%, pragas e doenças e escassez de mão de obra, ambos com 11% das citações.

Além disso, de acordo com a FAO (Food and Agriculture Organization of the United States), para dar conta da demanda mundial de 9,6 bilhões de pessoas, a produção de alimentos terá que aumentar cerca de 70% até 2050.

Isso mostra que o agricultor precisa buscar alternativas para garantir produtividade e qualidade nos produtos entregues. E esse desafio não desanima o setor.

Jeferson Ferraz, de Santa Cecilia do Sul (RS), irá se formar engenheiro agrônomo e mostra preocupação com o futuro da atividade agrícola (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Jeferson Ferraz, de Santa Cecilia do Sul (RS), irá se formar engenheiro agrônomo e mostra preocupação com o futuro da atividade agrícola (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Filho de agricultores, Jeferson Ferraz, de Santa Cecilia do Sul (RS), está seguindo os passos da família. Irá se formar engenheiro agrônomo e mostra preocupação com o futuro da atividade agrícola.

“Meu pai é agricultor e vou seguir os passos dele. Estou fazendo a faculdade e pretendo trabalhar na agricultura até morrer. Meu sentimento hoje é que vemos a necessidade cada vez maior de produção para acompanhar aumento da população mundial. E a gente precisa cada vez se atualizar não só para aumentar a produção, mas para produzir alimentos melhores para proporcionar maior qualidade de vida para as pessoas”, disse Ferraz.

Utilizando a tecnologia para superação de desafios e sustentabilidade

Hoje, mais do que nunca, existem grandes preocupações em relação ao aumento da produtividade com sustentabilidade. Os agricultores têm buscado cada vez mais aliar as atividades do campo a técnicas e ferramentas que preservem a natureza e, ao mesmo tempo, não comprometam sua produtividade.

Dentro dessa tendência, na prática, isso se vê nas técnicas de manejo sustentável, na redução de aplicação de defensivos agrícolas, no uso consciente dos recursos hídricos e em alternativas que reduzam possíveis impactos negativos no meio ambiente.

A tecnologia é um dos principais aliados do produtor rural brasileiro. Nesse sentido, um exemplo é agricultura de precisão, termo que designa um conjunto de ferramentas (como sensores e GPS) e ações que visam coletar e analisar remotamente dados sobre equipamentos, máquinas e veículos agrícolas (como ocorre na telemetria).

Essas máquinas reduzem a quantidade de mão de obra em campo e tornam as operações mais precisas. Assim, os recursos naturais são protegidos e reduzem-se os custos com defensivos e outros produtos.

Cuidados com a terra é um dos pontos fundamentais para o agricultor Eduardo Treviso, de Sertão (RS) (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Cuidados com a terra é um dos pontos fundamentais para o agricultor Eduardo Treviso, de Sertão (RS) (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Os cuidados com a terra é um dos pontos fundamentais para o agricultor Eduardo Treviso, de Sertão (RS), isso representa para ele, amor à profissão que escolheu.

“Eu tenho muito carinho, tenho muito amor pelo que eu faço. Sou produtor, sou engenheiro agrônomo, e cuido com muito carinho da terra, pois ela é que nos dá tudo o que produzimos. É a nossa riqueza principal”, disse.

Campo conectado, produtores conectados

O crescimento que se vê a cada ano e o desenvolvimento de novas tecnologias para o campo provam que o agronegócio está a todo o vapor.

Os aplicativos de comunicação mudaram a vida do homem do campo. De acordo com a pesquisa de Hábitos de mídia do produtor rural, 61% dos agricultores possuem smartphones e utilizam diversas aplicações. Outro dado interessante é que 33% desse público utiliza tecnologias de agricultura de precisão nas mais diversas atividades na lavoura, como preparação do solo, plantio, analise de solo, regulagem de equipamentos, pulverização, colheita, entre outros.

A mídia digital preferida do produtor rural é o WhatsApp, utiliza, porém, outras plataformas, como Skype, Messenger, YouTube e Facebook, também são usadas para interagir com grupos e trocar informações.

Quatro em cada grupo de 10 produtores acessaram a internet nos últimos 10 dias. Entre os produtores que acessaram a internet, 93% visitaram redes sociais.

Atenta a esse cenário, a Jacto, empresa de máquinas e equipamentos agrícolas, líder em pulverização e colheita de café, que completa 70 anos em 2018, fez um movimento para estar cada vez mais presente nesse novo espaço.

Estreitando seu canal de relacionamento com os clientes e público em geral, a Jacto está presente em várias mídias sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e Youtube por meio da identificação Jacto Agrícola, além de um blog com foco na disponibilização de conteúdo atualizado sobre suas principais tecnologias, serviços e equipamentos.

De forma especial, em comemoração aos seus 70 anos, empresa lançou um hotsite cuja proposta é enriquecer a sua própria linha do tempo com os relatos de quem já se relacionou ou se relaciona com a marca.

Jacto lançou um hotsite em comemoração aos seus 70 anos (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

Jacto lançou um hotsite em comemoração aos seus 70 anos (Foto: Jacto Agrícola/Divulgação)

A ideia é que as pessoas possam interagir compartilhando suas próprias histórias, fatos relatos e memórias relacionadas com empresa e incluí-las na linha do tempo já presente no site, aproveitando o aumento dos usos da internet e plataformas pelo homem do campo.

“A empresa tem como lema estar sempre ao lado do produtor e não poderia deixar de acompanha-lo também no mundo virtual. E agora vivemos um momento marcante muito significativo. São 70 anos de uma história que mistura pioneirismo, inovação e respeito às pessoas. O que nos move é saber que estamos servindo a essas pessoas e será ainda mais motivador construir essa linha do tempo com a colaboração de todos”, explica Wanderson Tosta, Diretor de Marketing da Jacto.

A linha do tempo colaborativa alusiva aos 70 anos está disponível em no endereço www.jacto70anos.com.br.

*Todos os depoimentos dos agricultores nesse material e outros foram colhidos especialmente em homenagem ao Dia do Agricultor e estão disponíveis nas mídias sociais da Jacto. Para conhecê-los, basta acessar as redes sociais da empresa por meio da identificação Jacto Agrícola.

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