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Esportes

Um ano após cancelamento, Campeãs da Areia volta ao Rio com duplas olímpicas do Brasil

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Um ano após cancelamento, Campeãs da Areia volta ao Rio com duplas olímpicas do Brasil

Ágatha/Duda e Ana Patrícia/Rebecca representam o país contra canadenses e alemãs

Em poucos dias, tudo mudou. O Campeãs da Areia encerraria a temporada do Verão Espetacular em 2020. Mas a declaração de pandemia de Covid-19 mudou os planos da organização e cancelou a programação. Um ano depois, o evento está de volta do Rio de Janeiro com as melhores duplas do vôlei de praia feminino do Brasil e duas das principais parcerias estrangeiras a nível mundial.

O Campeãs da Areia começa às 10h (de Brasília) e será transmitido ao vivo dentro do Esporte Espetacular. Rebecca e Ana Patrícia enfrentam as canadenses Heather Bansley e Brandie Wilkerson. Na sequência, Ágatha e Duda encaram as alemãs Laura Ludwig e Maggie Kozuch. O desafio final será com quartetos de Brasil x Mundo.

Duda, Rebecca, Ágatha e Ana Patrícia: atletas do Brasil em ação no Campeãs da Areia — Foto: Editoria de Arte / Ge.globo

Duda, Rebecca, Ágatha e Ana Patrícia: atletas do Brasil em ação no Campeãs da Areia — Foto: Editoria de Arte / Ge.globo

O evento aconteceria no dia 13 de março do ano passado. Com a chegada da Covid ao Brasil a primeira iniciativa foi anunciar que o evento não teria público. Com a evolução das notícias e recomendações mais rígidas da Organização Mundial da Saúde (OSM) o evento foi cancelado.

– Acho que pegamos um dos últimos voos para voltar para a Alemanha – disse Ludwig, que também competiria em 2020.

Brande Wilkerson, Heather Bansley, Laura Ludwig e Maggie Kozuch formam o time "Mundo" — Foto: Helena Rebello

Brande Wilkerson, Heather Bansley, Laura Ludwig e Maggie Kozuch formam o time “Mundo” — Foto: Helena Rebello

A outra parceria estrangeira era formada pelas italianas Menegatti/Orsi Toth, que nesta nova edição foram substituídas pela parceria canadense. Bansley e Wilkerson agora moram no Rio de Janeiro, treinadas pelo técnico Rico de Freitas.

No início do isolamento, as duplas brasileiras precisaram se adaptar. Cada atleta treinou em uma cidade. Ágatha seguiu no Rio, mas a parceira Duda foi para a casa da mãe em Sergipe. Rebecca manteve Fortaleza como base, mas Ana Patrícia se refugiou com a família em Espinosa, no norte de Minas Gerais.

– Acho que a maior interferência foi em relação ao entrosamento, mesmo o ritmo de jogo, né, porque a gente vive de um esporte que a gente praticamente toda semana, toda semana está no Circuito Mundial ou no Circuito Brasileiro e durante essa pandemia a gente não teve nada disso – disse Ana Patrícia.

Apesar das dificuldades, as parcerias seguem como as melhores do país. Com quatro títulos em seis etapas, Ágatha e Duda lideram o ranking do Circuito Brasileiro. Ana Patrícia e Rebecca estão em segundo lugar. Nos quatro confrontos entre as duplas até aqui foram duas vitórias para cada lado.

Ágatha e Duda conquistaram quatro etapas na temporada 2020/21 do Circuito Brasileiro — Foto: Divulgação

Ágatha e Duda conquistaram quatro etapas na temporada 2020/21 do Circuito Brasileiro — Foto: Divulgação

– Conseguimos nos manter super ativas. Renan (Rippel, preparador físico) montou praticamente uma academia dentro da nossa casa. (…) A pandemia tirou todas as competições, ritmo de jogo, mas a gente conseguiu manter a mente forte, foi o mais importante naquele período sem competição – disse Ágatha.

Pelo formato da competição, as duas parcerias brasileiras, ambas garantidas nos Jogos de Tóquio, precisarão deixar a rivalidade de lado no último jogo, quando representarão o Brasil contra o combinado estrangeiro. Um formato que agrada as jogadoras.

– Acho que sempre tem respeito da gente contra outro time, porque a rivalidade é sempre dentro da quadra. Quando a gente se juntar acho que vai ser divertido. Todo mundo vai estar feliz de estar junto jogando. Vai ser bem legal – disse Duda.

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Fonte: GE – Globo Esporte.

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