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Sete candidatos ao governo de SP participam de debate na TV Globo

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Sete candidatos ao governo de SP participam de debate na TV Globo

Participaram João Doria (PSDB), Luiz Marinho (PT), Marcelo Candido (PDT), Márcio França (PSB), Paulo Skaf (MDB) , Professora Lisete (PSOL) e Rodrigo Tavares (PRTB).

Sete candidatos ao governo do estado de São Paulo participaram na noite desta terça-feira (2) de um debate na TV Globo.

O debate foi mediado pelo jornalista César Tralli e reuniu os seguintes candidatos, em ordem alfabética: João Doria (PSDB), Luiz Marinho (PT), Marcelo Candido (PDT), Márcio França (PSB), Paulo Skaf (MDB), Professora Lisete (PSOL) e Rodrigo Tavares (PRTB).

Durante o encontro, os postulantes apresentaram propostas sobre temas como educação, saúde, segurança pública e geração de emprego.

O debate foi dividido em 5 blocos:

  • 1º bloco: candidatos fazem perguntas de temas livres uns para os outros;
  • 2º bloco: candidatos fazem perguntas uns para os outros com temas definidos por sorteio;
  • 3º bloco: candidatos respondem perguntas de tema livre feitas por adversários;
  • 4º bloco: candidatos fazem perguntas uns para os outros com temas definidos por sorteio;
  • 5º bloco: considerações finais.

Veja algumas das propostas e as considerações finais dos candidatos:

João Doria (PSDB)

João Doria, candidato do PSDB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

João Doria, candidato do PSDB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Saúde: “Vamos resgatar as Santas Casas, apoiar as Santas Casas como modelo de gestão e com recursos. Temos propostas para 88 hospitais regionais. E vamos apoiar as prefeituras municipais, as AMAs. Vamos levar o projeto Corujão da Saúde, que foi um sucesso, para todo o estado. Nós vamos investir em tecnologia para melhorar o atendimento, como fizemos na Prefeitura de São Paulo. Hoje você marca uma consulta pelo celular. O prontuário eletrônico é muito importante. Vamos investir em tecnologia, como fizemos na Prefeitura de São Paulo.”

Segurança pública: “Desejamos tecnologia para a polícia cientifica, para a Polícia Civil, através do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e dos DEICs regionais que nós vamos implementar também. Vamos fazer 40 delegacias da mulher para proteger as mulheres, e teremos o aplicativo da mulher – tecnologia mais uma vez, aplicativo que acessa gratuitamente e aperta um botão e em um segundo a 10 km você acessa a Polícia Civil, a Polícia Militar para salvar uma mulher. As delegacias de polícia em São Paulo precisam ser melhoradas e vão funcionar 24 horas por dia. Também no sistema prisional, prisioneiro em São Paulo vai trabalhar, e vamos agir em brasileira para acabar com as saidinhas. Prisioneiro na prisão deve cumprir a sua pena.”

Despoluição do Tietê: “Temos proposta de despoluição dos rios Tietê e do Pinheiros que não é com recurso público, é PPP, num projeto bastante positivo que concede o direito de exploração de 35 anos para transporte de cargas, passageiros, pro turismo e pra estações de embarque e desembarque. E ao longo desse período, com limite de 8 anos, ele terá que ser despoluído.”

Considerações finais: “Trabalhei de forma séria e dedicada [a vida inteira] e é isso que quero fazer à frente do governo de São Paulo, como fiz na Prefeitura de São Paulo, e abrindo mão de todos os meus salários. Fiz isso na Prefeitura, farei isso no governo do estado de São Paulo. Vou defender a política para as mulheres, para proteger as mulheres, e dar oportunidade de trabalho, dar a oportunidade de proteção e, ao mesmo tempo, o direito à educação e à saúde aos seus filhos. E a atividade empreendedora, para que os filhos dessas mães de São Paulo, dessas brasileiras de São Paulo, tenham melhores oportunidades ao longo da sua existência. Quero defender também programa de desestatização. Sou a favor da privatização, sim. Sou um liberal. Quero que obras aconteçam em São Paulo em hidrovias, ferrovias, estradas, em aeroportos, gerando emprego e oportunidades e deixando o estado para aquilo que é essencial: saúde, educação, habitação, transporte e segurança pública. E volto a dizer: serei duríssimo na política de segurança pública, apoiando os policiais civis e militares, mas colocando a polícia na rua para defender a população e as famílias.”

Luiz Marinho (PT)

Luiz Marinho, candidato do PT ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Luiz Marinho, candidato do PT ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Segurança pública e crime organizado: “Eu vou fazer da segurança pública o que precisa ser feito: modernizar as polícias, restaurar polícias. Para combater crime organizado, [farei uma] força-tarefa envolvendo as duas polícias, o Ministério Público e a sociedade, pra combater mesmo o crime organizado. É preciso enfrentar o crime pra valer. E na outra ponta gerar em prego pra nossa juventude. […] Vamos fazer na segurança o que não tem sido feito. E acima de tudo interromper o fornecimento de mão de obra da nossa juventude para o crime, com fornecimento de educação, gerando oportunidades e emprego na parte de educação, cultura e esporte.”

Planejamento orçamentário: “Vou fazer um governo que dividirá por regiões o estado. Cada região vai ver o planejamento orçamentário do estado. Hoje é uma caixinha de surpresa. Hoje ninguém sabe o que o governo vai fazer. Quero chamar a tua atenção. Venha conosco porque você vai trabalhar do nosso governo a partir do planejamento participativo por região do estado. […] Cada região do estado, de forma que prefeitos, entidades, possam fazer processo participativo. Vamos democratizar, destravar caixinhas do segredo do governo de São Paulo. É hora dos paulistas tomarem o estado em suas mãos.”

Universidades: “Universidade é um tema muito importante, temos importantes universidades, mas sabemos que está tendo muita evasão. É preciso reforçar o papel das universidades paulistas. Vamos criar os planos de permanência de alunos, para fortalecer transporte, moradia, alimentação. Vamos garantir 50% das vagas para alunos da rede pulica, para democratizar pra valer. Vamos discutir com reitores e conselhos a necessidade de escolha ser direta, e não indicação desse ou daquele. Processo de democratização de modo que possamos ter na nossa universidade paulista, que tenha nas suas mãos o seus destino. Vamos criar universidade do esporte. Uma sugestão dos companheiros da Unicamp. […] Vamos estimular que universidades colaborem com desenvolvimento do estado.”

Considerações finais: “Conto com o seu voto para fazer a grande mudança no estado de São Paulo, uma transformação no estado de São Paulo. Governar o estado de São Paulo para os paulistas, na educação, na saúde, na cultura, no esporte, para agricultura familiar – ou seja, para o povo trabalhador. Por onde passei, dei conta do recado. Portanto, peço a você o seu voto. […] Quero dizer a você: compare por onde cada um passou, veja se deu conta de fato do recado, veja quem abandonou, quem mentiu, quem não deu conta do recado. Se não cumpriu a palavra uma vez sempre irá descumprir. É assim que funciona, aprendi isso com o meu pai e com a minha mãe.”

Marcelo Candido (PDT)

Marcelo Candido, candidato do PDT ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Marcelo Candido, candidato do PDT ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Habitação: “Investir em habitação não significa apenas produzir unidades novas. É preciso ir além da produção habitacional, precisamos construir soluções na questão da regularização fundiária, não permitindo que as pessoas vivam em áreas de risco. Uma preocupação que me afeta muito são as pessoas que vivem em situação de rua. É preciso incluir essas pessoas. Queremos investir dessa maneira na habitação no estado de São Paulo. “

Violência policial: “Há um genocídio da população negra no Brasil. Precisamos combater a violência. A polícia não pode ser orientada simplesmente a matar. Ela precisa preservar vidas.”

Funcionalismo público: “O funcionalismo público de São Paulo é aquela face que tem contato imediato com cidadão. Quando cidadão procura serviço público, o primeiro contato é com o funcionalismo. Mas infelizmente o funcionalismo de São Paulo é mal remunerado. Temos uma situação de servidora que em 2011 recebia salário base de R$ 540, hoje em 2018 esse salário base é de R$ 580. Evolução insignificante. Como a gente estimula o funcionalismo se não há bom salário? É ´preciso valorizar o funcionalismo, dar condições de trabalho e fazer dele referência. No meu governo quero chamar para elaboração de plano de carreira.”

Considerações finais: “Quero agradecer e muito a minha esposa, Brenda, a minha filha, Maria Clara, e a minha mãe, Laura – três mulheres na minha muito importantes. Elas sabem muito bem qual é a minha personalidade, sabem muito bem contra quem eu luto, contra quais interesses eu luto para que nós possamos ter um estado de bem estar efetivo para a nossa gente. Quero agradecer ao meu partido pela oportunidade que me deu de ser candidato ao governo do estado de São Paulo, o primeiro negro na história do nosso estado 130 anos depois da abolição da escravatura. […] Quero dizer a você, leitor, que São Paulo precisa de um governador equilibrado. Não podemos nos desequilibrar pela crítica que nós ouvimos. Governar São Paulo é enfrentar contradições, interesses, é ter coragem de enfrentar essas contradições. Quando alguém se desequilibra, perde completamente o senso do respeito à pessoas, usa a mentira pra acusar, demonstra que não tem preparo para governar.”

Márcio França (PSB)

Márcio França, candidato do PSB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Márcio França, candidato do PSB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Segurança pública: “Temos que prestigiar os policiais. Mas isso não se confunde com violência solta. Os menores índices de letalidade policial vieram agora [na minha gestão no governo de SP]. […] É possível ter uma reação com pulso, mas não preciosa nenhuma violência solta. […]. [É preciso] tecnologia, os melhores salários do Brasil eu pretendo fazer em São Paulo para todos os policiais, câmeras em todos os municípios, e delegacias para abrir. Acima de tudo, oportunidades. Se a gente não der oportunidades pro jovem, a gente não vai conseguir.”

Habitação: “É possível fazer uma grande reforma da habitação. Estado de São Paulo tem R$ 1,3 bilhão por ano pra habitação. É significativo. A gente faz casa a 125, 130 mil reais, mas ainda assim não conseguimos fazer pra todo mundo. Muita gente mora em sub-habitação. A ideia é no interior de um jeito. Eu sei fazer com lote urbanizado. Lotem de 125 metros quadrados. E tem que tirar empreiteiro. Da lote rpa cada um, cada um compra seu material de construção, a prefeitura aprova seu pré-projeto, faz o seu projeto, com a ajuda da prefeitura eles fazem. Na capital não tem lote assim, é possível pegar prédios abandonados no centro da cidade. Eu quero muito ter a oportunidade de fazer uma coisa diferente.”

Combate ao crime organizado: “Temos o maior setor presidiário do país aqui em São Paulo, mais de 200 mil presos, problema grave, gravíssimo mesmo. Quero combater isso com força, estrangular tudo que for facção através de oportunidade para o jovem. Com tecnologia, inovação é possível fazer isso. Não dá para ficar inventado nomes de coisas, como se fosse apenas um produto de marketing. É preciso fazer aquilo que já existe funcionar direito. E para isso é preciso ter experiência, convivência. Ter experiência de poder, alterar as coisas que precisam ser alteradas. Por exemplo, autorizar os sargentos a andar com fuzil foi uma medida boa. Prestigiar os policiais é uma medida boa.”

Considerações finais: “No domingo nós temos um encontro, um encontro de futuro. São Paulo sempre liderou o Brasil, foi assim que nós fizemos. Nós conduzimos o Brasil. O Brasil que nós estamos vendo hoje é um Brasil de pessimismo, que as pessoas não acreditam. Essa confusão da política, as pessoas cada vez mais desacreditadas. Eu cumpri minha jornada, são mais de 30 anos de vida pública honrada, decente, ficha limpa. Não sou e nunca fui processado criminalmente por nada que tenha feito. Tenho orgulho das minhas tarefas, cumpri a minha missão, honrei cada voto que tive. Tudo o que falei eu cumpri. Eu não traio os meus amigos, eu não desfaço aquilo que eu combinei. Aquilo que é combinado para mim é cumprido. Minha palavra tem força. Tudo que eu falei eu vou cumprir.”

Paulo Skaf (MDB)

Paulo Skaf, candidato do MDB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Paulo Skaf, candidato do MDB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Saneamento básico: “Em primeiro lugar, eu sou contrário a qualquer tipo de privatização da Sabesp. A Sabesp é uma empresa boa que o estado de São Paulo tem, fatura R$ 14 bilhões por ano, ganha R$ 2 bilhões, ela deve ser mantida como uma empresa estatal. O que eu critico a Sabesp são dois pontos: primeiro é o vazamento de água. Da estação de tratamento de água até a sua casa, nesse percurso, um terço, vaza. Isso o ano passado representou 850 bilhões em litros. É quase um trilhão de litros. A Sabesp tem que combater esses vazamentos. E também, ela coleta o esgoto, quando coleta, dobra o preço da conta. Só que grande parte desse esgoto coletado, 40%, não é tratado, é jogado nos rios, poluindo os rios, inclusive o Tietê. A Sabesp é uma boa empresa, mas precisa corrigir esses pontos. Eu, como governador, vou exigir isso.”

Administração pública: “Quero trazer crescimento econômico, porque eu sou guerreiro contra o aumento de impostos. Vou combater a sonegação para que tenha mais receita, sem aumentar impostos. Vou combater qualquer tipo de corrupção com muito rigor, assim reduz as despesas. Com menos despesas e mais receita, você tem uma sobra maior para investimentos, para poder dar aumento de salários, para poder investir na educação, na segurança, na saúde.”

Construção de creches: “Uma creche normalmente atende 200 crianças. Nós temos 330 mil crianças no estado de São Paulo de pais que trabalham e precisam deixar seus filhos na creche. Isso significa a construção de 1.600 creches. Cada creche precisa de R$ 5 milhões. Há financiamento do governo federal, há financiamento do governo estadual […]. É fundamental dar oportunidade às mães, às famílias, de poderem trabalhar. Inclusive, para construir, para fazer esse projeto, embora seja uma obrigação da Prefeitura, na minha visão, o governador tem que responder por tudo. Tem que ajudar as prefeituras a resolver o problema de creche, resolver usando recurso estadual, trazendo recurso federal, ajudando não só a construção, mas o funcionamento para que as crianças sejam bem tratadas e as mães possam trabalhar.

Considerações finais: “Quero pedir a você que ainda não decidiu seu voto, ou que decidiu, mas tem possibilidade de reavaliar, me dê um voto de confiança e digite 15 para governador no próximo domingo. Com a vontade de Deus e a sua decisão, eleitor, eu sendo governador, eu garanto, ninguém vai se arrepender. Eu garanto que nós vamos conseguir mudar São Paulo. Com educação de qualidade, de graça, e para todos. Ter segurança de verdade, ter qualidade na saúde pública, ter emprego em São Paulo, desenvolvimento no estado de São Paulo. Respeito às mulheres, aos idosos, respeito ao homem do campo. Vamos valorizar o trabalho, o emprego, o empreendedorismo. Mas para isso eu preciso de uma oportunidade. E para encerrar, eu lembro aqui nosso saudoso Gonzaguinha: ‘Fé no homem, fé na vida, fé no que virá. Nós podemos tudo, nós podemos mais. Vamos lá fazer o que será’.”

Professora Lisete (PSOL)

Professora Lisete, candidata do PSOL ao Governo de SP, participa do debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Professora Lisete, candidata do PSOL ao Governo de SP, participa do debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Educação: “Vamos atuar para que de fato, especialmente a área de educação, os professores, no estado mais rico do país, possam ganhar dignamente. Para que as escolas sejam organizadas democraticamente.”

Direitos da mulher: “Nós mulheres não deixaremos que racismo e homofobia governem o país, e nós vamos resistir. E eu como única candidata mulher realmente vou fazer as delegacias das mulheres funcionarem 24 horas. Vou criar centros de saúde especializadosno atendimento a mulheres violentadas, e “crédito lilás” para incentivar mulheres empreendedoras. Somos nós [mulheres] que cuidamos dos doentes, dos parentes idosos. E somos muito prejudicadas nessa questão. E vamos realmente discutir gênero nas escolas, porque desta forma que combateremos violência nas escolas e dentro da família.”

Habitação: “O estatuto da cidade diz de forma muito clara que imóveis abandonados e com dívidas com os poderes públicos devem ser redistribuídos para fim de moradia popular. É um tipo de dispositivo muito pouco usado no nosso país. […] Nós queremos estabelecer aqui uma ocupação diferenciada. Nós podemos reativar o CDHU para que de fato ele possa construir moradia para todos no estado. O nosso déficit de moradia, se nós tivermos, sem dúvida nenhuma, uma proposta de um crédito direto, em que a população possa pagar pequenos juros, ou mesmo receber do governo uma iniciativa já da construção e ele vá pagando aos poucos em um número de anos e de uma forma que caiba no seu salário, eu não tenho dúvida nenhuma que nós podemos resolver com perfeição a moradia popular em São Paulo.”

Considerações finais: “Vocês viram que nenhum dos homens fez pergunta para mim. Eles não estão acostumados a ter uma mulher que pode enfrentá-los. Sou a única mulher candidata mulher ao governo do estado de estado de São Paulo. […] O PSOL é o partido que tem os deputados federais mais bem avaliados do Brasil. […] Quero realmente dizer que nós vamos recuperar a educação, nós vamos dar crédito lilás para você, mulher. E, portanto, valorize o seu voto.”

Rodrigo Tavares (PRTB)

Rodrigo Tavares, candidato do PRTB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Rodrigo Tavares, candidato do PRTB ao Governo de SP, durante debate no estúdio da Globo em São Paulo — Foto: Celso Tavares/G1

Saúde: “Temos que incialmente fazer um raio x nas gestoras de saúde, garantir que realmente a verba destinada à saúde chegue a saúde, porque lamentavelmente nos vemos que muitas vezes há desvios. Trazer a tecnologia para a gestão hospitalar, temos que dimensionar melhor os insumos, temos que saber quais e aonde são as necessidades. Hoje, lamentavelmente, não existe esse dimensionamento. Trazer o equipamento para dentro das unidades de saúde porque hoje existem muitas vezes, prédios, verdadeiros esqueletões, que estão vazios. Precisamos fortalecer a realidade com os médicos. Temos que dar melhores condições de trabalho a esses médicos. Temos que trazer a tecnologia para o cidadão, para que possa marcar consulta, acelerando os seus exames.

Combate ao crime organizado: “Temos que fortalecer a questão do armamento, da presença, porque hoje existe déficit de policias grande. Temos que fazer sufocamento dos braços financeiros do crime organizado. Temos também que tirar a mão de obra, que são nossos jovens que não têm aparato escolar, não têm escola integral. Também temos que inserir jovens na questão tecnológica. […] É importantíssimo qualificar nossos jovens. Por isso aumentar vagas nas Fatecs, Etecs. Vamos trazer curso de games pras Fatecs e fazer que nosso policiais bem remunerados estejam nas ruas e não aquartelados.”

Ajuste fiscal: “É um problema sério. O TCE já vem indicando que o estado de São Paulo está próximo do limite de despesas correntes, isso é preocupante. É preciso saber que o cobertor é curto, temos que ser mais eficientes, gastar melhor. Os gastos vêm numa curva ascendente. Eles vêm vegetativamente crescendo. E os recursos oriundo da arrecadação são menores. Gastos são maiores que as receitas, isso temos que combater com eficiência, trazendo tecnologia da gestão pública. Por isso vamos trazer o big data para fazer melhor gestão dos recursos públicos. […] teremos que privatizar, governar pelo exemplo, cortando na própria carne, não prover 50% dos cargos comissionados.”

Considerações finais: “Sou Rodrigo Tavares, tenho 37 anos, sou advogado, especialista em direito público, em direito administrativo, em direito eleitoral e em gestão pública. Represento aqui no estado de São Paulo o projeto “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, e aqui no estado de São Paulo que se chama “São Paulo acima de tudo, Deus acima de todos”. Mais do que um slogan é projeto de mudança, um projeto de renovação. […] Lutar pelo fim da corrupção, tornar esse estado menor e mais eficiente, fortalecer as forças de segurança pública, fazer um link direto com o cidadão, ouvindo as suas demandas e propondo as soluções. Um governo humanitário, que fortalece a iniciativa privada mas que pensa na questão humana, porque isso é fundamental. Quero agradecer as pessoas que todos os dias falam comigo e noto que elas querem renovar. Eu vejo brilho nesses olhos.”

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