A polícia francesa atirou gás lacrimogêneo e prendeu mais de 200 pessoas em Paris neste sábado (12), no retorno de protestos dos "coletes amarelos" às ruas da

Redação Publicado em 12/09/2020, às 00h00 - Atualizado às 18h29
A polícia francesa atirou gás lacrimogêneo e prendeu mais de 200 pessoas em Paris neste sábado (12), no retorno de protestos dos “coletes amarelos” às ruas da capital pela primeira vez desde o isolamento contra a pandemia do novo coronavírus.

O movimento “coletes amarelos”, batizado pelos coletes altamente visíveis dos motoristas, começou no fim de 2018 contra as reformas do preço do combustível e da economia em geral, um grande desafio ao presidente Emmanuel Macron, com manifestações espalhadas pela França.
Até o meio-dia de hoje, centenas de manifestantes tinham se reunido no ponto de partida para duas marchas autorizadas.
Enquanto uma delas partiu sem incidentes, a outra viu a polícia entrar em conflito com grupos que deixaram a rota designada e colocaram fogo em latas de lixo e um carro.
Alguns dos manifestantes usaram roupas pretas e carregaram bandeiras de um movimento antifascismo, indicando a presença de radicais chamados de black blocks, frequentemente culpados pela violência em protestos de rua na França.
O retorno do movimento acontece no momento em que a França luta contra o crescimento de casos do novo coronavírus.
.
.
.
AGENCIA BRASIL
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

O lugar a que pertencemos

Desabamento de sobrado deixa uma pessoa morta e duas feridas no Cangaíba, Zona Leste de São Paulo

Linha 7-Rubi tem operação reduzida após problemas ferroviários e medidas de segurança em São Paulo

CBF notifica 99, BYD, Bradesco e Nubank por suposto marketing de emboscada durante a Copa

Ex-capitão da Alemanha é acusado de racismo após chamar estilo da Costa do Marfim de "selvagem"

Deputada Júlia Zanatta diz trabalhar "7x0" e afirma: "Você jamais aguentaria um dia na minha pele"

Passageira espanhola é presa por injúria racial após comentário racista no aeroporto de Guarulhos

Investigado pela PF, banco ligado a Edir Macedo multiplicou carteira de CDBs em mais de 1.100% em oito anos

Brasil encerra preparação para enfrentar Escócia com Neymar disponível e dúvida no ataque