Em Porto Alegre , dois moradores de rua dormiam na praça Estado de Israel quando foram atacados por um indivíduo em uma motocicleta. O sujeito, ainda não

Redação Publicado em 16/11/2020, às 00h00 - Atualizado às 16h58
Em Porto Alegre , dois moradores de rua dormiam na praça Estado de Israel quando foram atacados por um indivíduo em uma motocicleta. O sujeito, ainda não identificado, atirou contra a barraca onde dormiam os homens. As informações são do jornal Correio do Povo.
O crime aconteceu no último sábado (14), por volta das 6h30. De acordo com o portal, um dos homens foi socorrido no local com um ferimento na perna. O segundo, no entanto, foi atingido no braço e correu por aproximadamente 1 km, sendo encontrado em frente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ambos foram encaminhados para o Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre.
Uma das vítimas afirmou que eles foram surpreendidos pelo criminoso enquanto dormiam. Até o momento, ainda não se sabe a motivação do crime. De acordo com o site, a Polícia Civil investiga o caso para entender o que de fato aconteceu e descobrir o paradeiro do motociclista, que, até agora, não foi localizado.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

SP terá rodízio de veículos suspenso por dois dias devido ao feriado da Revolução Constitucionalista

Avião da Seleção volta ao Brasil com apenas Danilo e vira símbolo da crise após queda na Copa

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Técnico do Egito aciona protocolo antirracismo da FIFA e leva cartão amarelo após gesto

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Bove diz que prefere um corrupto cristão e reacende debate sobre ética; deputado é réu por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva

Trump inicia novos ataques no sul do Irã após encerrar cessar-fogo

Trump ameaça novo ataque ao Irã e mira ilha estratégica do petróleo

Campeão mundial pela França dispara contra a Seleção Brasileira: "Dá vontade de vomitar"

ONG aciona Comissão de Ética do COI contra Infantino por supostas violações de neutralidade política