
Redação Publicado em 25/06/2022, às 00h00 - Atualizado às 18h42
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou neste sábado a primeira grande reforma legislativa federal que limita o acesso a armas no país em três décadas, dias após uma decisão da Suprema Corte ampliar os direitos dos proprietários de armas de fogo, que o mandatário condenou.

“Se Deus quiser, isso irá salvar muitas vidas”, disse Biden na Casa Brancadepois de assinar o projeto de lei ao lado de sua esposa, Jill.
O projeto de lei bipartidário foi elaborado apenas algumas semanas após os ataques a arma em Uvalde e em Buffalo que mataram mais de 30 pessoas, incluindo 19 crianças em uma escola primária.
A lei inclui disposições para ajudar os Estados a manter as armas fora de alcance daqueles considerados perigosos para si mesmos ou para outros.
A reforma ocorreu na mesma semana em que a Suprema Corte expandiu os direitos dos proprietários de armas, argumentando na quinta-feira pela primeira vez que a Constituição dos EUA protege a competência de um indivíduo portar uma arma em público para autodefesa.
“A Suprema Corte tomou algumas decisões terríveis”, disse Biden a repórteres após essa decisão, e uma outra na sexta-feira que eliminou o direito ao aborto em todo o país.
A regulamentação do acesso às armas tem sido uma questão divisiva no país, com várias tentativas de colocar novas restrições sobre as vendas de armas dando errado repetidas vezes.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação