O Banco Central do Brasil (BC) e o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, anunciaram nesta quinta-feira (19), um acordo que pode injetar até US$ 60

Redação Publicado em 19/03/2020, às 00h00 - Atualizado às 12h20
O Banco Central do Brasil (BC) e o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, anunciaram nesta quinta-feira (19), um acordo que pode injetar até US$ 60 bilhões na economia brasileira.
O acordo é uma operação de swap entre os bancos centrais. Nessa operação, o Banco Central brasileiro faria uma compra de dólares com compromisso de vendê-los para o Fed posteriormente, com o pagamento de uma taxa de juros.
A parceria entre as duas instituições inclui um acordo mais amplo que envolve, ao todo, nove bancos centrais além do Fed. São eles: Brasil, México, Coreia do Sul, Cingapura, Suécia, Dinamarca, Noruega, Nova Zelândia e Austrália.
Ao todo, esses BCs poderão fazer troca de reservas que chegarão a US$ 450 bilhões. Assim, em um momento de escassez da moeda americana, os bancos centrais poderiam usar esses recursos para equilibrar a oferta e demanda do mercado.
Na nota, o Fed explica que a operação tem por objetivo diminuir as tensões nos mercados globais de financiamento com a moeda americana. Dessa maneira, “mitigando os efeitos” para o crédito nos países afetados, tanto para famílias quando para empresas.
iG
Leia também

Bebê de apenas 1 ano fica em estado grave após sofrer nas mãos da mãe e do padrasto

Andressa Urach viraliza ao gravar primeiro vídeo de sexo com mulher trans

BBB 24: Davi leva o maior prêmio da história do programa; veja quanto ganharam os outros finalistas

VÍDEO: Fãs de RBD são vítimas de arrastão após 1º show da banda no Brasil

Mãe e filha são detidas por furto em shopping da Zona Leste de SP

Quem defende o cidadão endividado?

Caso Henry: Monique Medeiros deixa a prisão, mas não foi absolvida; entenda o que decidiu a Justiça

Neymar fica fora de amistoso da Seleção contra o Egito

Uber anuncia demissões e acelera reestruturação em meio à corrida por IA

Lula ameaça retaliar EUA após nova ofensiva tarifária contra o Brasil