A Abin produziu dois relatórios para tentar anular o inquérito de Flávio Bolsonaro.

Redação Publicado em 11/12/2020, às 00h00 - Atualizado às 09h23
A Abin produziu dois relatórios para tentar anular o inquérito de Flávio Bolsonaro.
“Um dos documentos é autoexplicativo ao definir a razão daquele trabalho” , diz a Época.
“Em um campo intitulado ‘Finalidade’, cita: ‘Defender FB no caso Alerj demonstrando a nulidade processual resultante de acessos imotivados aos dados fiscais de FB’.
Os dois documentos foram enviados por WhatsApp para Flávio e por ele repassados para sua advogada Luciana Pires.”
A reportagem diz também:
“Nos dois documentos , obtidos pela coluna e cuja autenticidade e procedência foram confirmadas pela defesa do senador, a Abin detalha o funcionamento da suposta organização criminosa em atuação na Receita Federal, que, segundo suspeita dos advogados de Flávio, teria feito um escrutínio ilegal em seus dados fiscais para fornecer o relatório que gerou o inquérito das rachadinhas.
Enviados em setembro para Flávio e repassados por ele para seus advogados, os documentos contrastam com uma versão do general Augusto Heleno , ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, que afirmou publicamente que não teria ocorrido atuação da Inteligência do governo após a defesa do senador levar a denúncia a Bolsonaro, a ele e a Alexandre Ramagem, diretor da Abin , em 25 de agosto”.
É escândalo gigantesco, que deveria ser investigado imediatamente.
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Agência O Globo
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