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Saúde Pública

São Paulo confirma 44 casos de mpox em 2026

Estado contabiliza 171 notificações e autoridades reforçam monitoramento nas unidades de saúde.

São 44 casos de Mpox confirmados em São Paulo - Imagem: Reprodução
São 44 casos de Mpox confirmados em São Paulo - Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 20/02/2026, às 11h39


São Paulo registrou 44 casos confirmados de mpox em 2026, com um total de 171 notificações, incluindo casos suspeitos e descartados, o que indica uma redução em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados 422 casos.

Desde 2022, o estado acumulou mais de 6 mil casos confirmados e cerca de 26,5 mil notificações, com apenas três óbitos, refletindo a continuidade da vigilância e monitoramento da doença.

A Secretaria de Estado da Saúde mantém protocolos de vigilância e testagem ativos, enfatizando a importância da atenção médica para sintomas da doença, embora especialistas afirmem que não há indícios de um novo surto epidêmico no país.

O estado de São Paulo registrou, até o momento, 44 casos confirmados de mpox em 2026, conforme dados do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES). No total, o balanço estadual reúne 171 notificações, incluindo 62 suspeitos, 53 descartados e um considerado provável, segundo o painel de monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde.

A mpox é uma doença viral causada por um vírus do mesmo grupo da varíola e pode ser transmitida principalmente por contato direto com secreções respiratórias, lesões ou fluidos corporais de pessoas infectadas, bem como por meio de objetos contaminados.

Em comparação com 2025, quando São Paulo encerrou o ano com 422 casos confirmados e 1.943 notificações, os números de 2026 ainda são menores. Desde a primeira identificação do vírus no estado, em 2022, São Paulo acumula mais de 6 mil casos confirmados e cerca de 26,5 mil notificações, com apenas três óbitos registrados no período.

A Secretaria de Estado da Saúde afirmou que o monitoramento epidemiológico permanece ativo em todas as unidades de saúde, com protocolos contínuos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos. As autoridades reforçam a importância da atenção médica diante de sintomas compatíveis com a doença, como febre, dores e lesões na pele.

Especialistas destacam que, embora o vírus continue circulando, não há indicação de um novo surto em nível de epidemia no país, mas a vigilância permanece essencial.


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