O imunizante será aplicado em pacientes de cinco países

Gabriela Thier Publicado em 04/06/2024, às 15h48
O Reino Unidoiniciou os ensaios clínicos de uma nova vacina teoricamente capaz de “ensinar” o sistema imunológico a reconhecer e destruir células cancerígenas, até o momento de acordo com a BBC, 30 hospitais se registraram na Plataforma de Lançamento de Vacinas Contra o Câncer.
O imunizante conta com tecnologia de mRNA e é produzido pela empresa farmacêutica alemã BioNTech, a mesma que produziu, em parceria com a Pfizer, uma das vacinas contra a COVID-19 que possui a mesma tecnologia. Além do Reino Unido também serão vacinados voluntários da Alemanha, Bélgica, Espanha e Suécia.
A vacina, diferente dos imunizantes convencionais, será aplicada em pacientes que já sofrem da doença, sendo uma forma de tratamento. O primeiro paciente que se voluntariou para receber a vacina foi Elliot Pfebve, inglês de 55 anos que já passou por cirurgia e quimioterapia no Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, mas ainda possuía DNA cancerígeno no sangue.
"Estou emocionado. Pesquisei um pouco sobre o teste do tratamento. Se for bem-sucedido, será um grande avanço médico” disse Elliot em entrevista à BBC.
Leia também

Relembre a Lei Mariana Ferrer, criada após revolta com audiência do caso

Anac autoriza duas novas companhias aéreas internacionais a operar no Brasil

Investigado por suposta falsificação de peças de luxo já foi denunciado pelo GAECO em caso de roubo de cargas

Incêndio destrói galpão de distribuidora de autopeças na Lapa, em São Paulo

Apoiadora de Bolsonaro realiza vigília em condomínio mesmo após restrição imposta por Moraes

Exame do IML não detecta lesões em menina de 4 anos; polícia segue com investigação em caso de clube social

Caiado promete pacote de reformas no primeiro dia de governo e inclui mudanças no STF

Thiago Brennand vai se casar com advogada que atua em sua defesa criminal

Justiça bloqueia veículos de empresa de Ana Hickmann em ação por cheques sem fundo

PF investiga suposta fraude financeira no Banco Digimais, ligado a Edir Macedo