Em seus últimos dias como ministro da economia, ele falou duramente sobre as transições de governo

Juliane Moreti Publicado em 18/11/2022, às 18h33
Nesta sexta-feira (18), Paulo Guedes, atual ministro da Economia do Brasil, criticou duramente o formato de transição do governo de Bolsonaro para que Luiz Inácio, eleito presidente do país, tome posse. Além disso, falou sobre outros assuntos como a fome no Brasil e o teto de gastos.
Nos dias finais de sua gestão, durante a cerimônia de comemoração de 30 anos da Secretaria de Política Econômica, ele disse duras palavras ao se referir à PEC de Transição e a troca de título para o novo governo de Luiz Inácio da Silva.
Segundo ele, é ''um estorou fazer uma PEC fora do teto, sem fonte de financiamento''.
Quando ele discutia sobre os índices de fome no Brasil, Guedes elevou o tom dizendo que a fome já existia.
''40 milhões de pessoas passando fome, onde estavam essas pessoas que não descobriram antes? [...] É válido para ganhar a eleição, mas já ganhou, cala a boca, vai trabalhar, vai construir um negócio melhor. O desafio é grande, mas a oportunidade é maior'', comentou Guedes.
''Se fizer menos barulho e trabalhar um pouquinho mais com a cabeça e com menos mentira, talvez possa ser um bom governo. Só depende de não mentir. E de outras coisas também'', criticou o ministro.
De acordo com o UOL, o país, atualmente, tem 33 milhões de pessoas na situação em que há falta da garantia de alimentos.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Messi fica fora de treino antes da semifinal da Copa do Mundo

Polícia Civil desmonta esquema com mais de 100 empresas de fachada e prende suspeito em São Paulo

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade