Prefeito de São Paulo afirma confiar na empresária investigada em operação sobre suposto desvio de recursos públicos e classifica acusações como tentativa de desgaste político.

Redação Publicado em 03/06/2026, às 10h03
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, defendeu publicamente a empresária Karina Ferreira da Gama, envolvida em uma investigação sobre irregularidades em contratos da Prefeitura relacionados a um projeto de internet gratuita, o que gerou controvérsias políticas.
As investigações apontam indícios de superfaturamento e desvios de recursos públicos, com suspeitas de que verbas destinadas à inclusão digital foram usadas para financiar atividades privadas ligadas ao documentário Dark Horse, que retrata Jair Bolsonaro.
Karina Gama nega as acusações e afirma que os contratos foram legais, enquanto a declaração de Nunes intensificou o debate político, aumentando a pressão sobre a administração municipal à medida que as investigações prosseguem.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), saiu publicamente em defesa da empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produtora ligada ao documentário Dark Horse, obra que aborda a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A manifestação ocorre em meio à repercussão da operação da Polícia Civil que investiga supostas irregularidades em contratos firmados entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade representada por Karina. As investigações apuram suspeitas de fraude em um projeto de instalação de internet gratuita em comunidades da capital paulista e possíveis desvios de recursos públicos.
Ao comentar o caso, Nunes afirmou que conhece a empresária e a classificou como uma pessoa “decente e trabalhadora”, sugerindo que a operação teria motivações políticas.
Segundo as autoridades, há indícios de superfaturamento, pagamentos antecipados sem a devida execução dos serviços e possível transferência de recursos para empresas ligadas à produção do filme Dark Horse. A Polícia Civil também investiga se verbas originalmente destinadas ao programa de inclusão digital teriam sido utilizadas para financiar atividades privadas.
A defesa de Karina Gama nega qualquer irregularidade e sustenta que os contratos seguiram os procedimentos legais previstos. A empresária também afirma que as acusações têm caráter político e que pretende colaborar integralmente com as investigações.
A declaração de Ricardo Nunes intensificou o debate político em torno do caso. Críticos do prefeito afirmam que a manifestação representa uma antecipação de julgamento em favor da investigada, enquanto aliados defendem que a presunção de inocência deve ser respeitada até a conclusão das apurações.
O episódio ocorre em um momento de forte polarização política nacional, especialmente após a divulgação do documentário Dark Horse, que se tornou alvo de disputas judiciais e questionamentos sobre suas fontes de financiamento.
Enquanto a investigação avança, o caso deve aumentar a pressão sobre a administração municipal e sobre os responsáveis pelos contratos analisados pela Polícia Civil.

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Mãe de menino e auxiliar de enfermagem são encontrados mortos após tentativa de sequestro em SP

O desabafo de Roberto Barros e a realidade dos músicos de apoio

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

O destino de Senival Moura e o primeiro indiciado na CPI do Jockey

Bombeiros de São Paulo integram missão brasileira de resgate após terremoto na Venezuela

Zoom inteligente: reuniões que geram resumos automaticamente

Investigação aponta repasse de empresa de ônibus a sobrinho de Marcola em esquema atribuído ao PCC

PM seguiu protocolo ao entrar armada em escola após denúncia sobre atividade com Iansã, conclui investigação

O destino de Senival Moura e o primeiro indiciado na CPI do Jockey