Conhecido como “Bando do Minotauro”, grupo agia com violência em bairros de alto padrão da Zona Sul e usava Paraisópolis como base logística

Redação Publicado em 09/02/2026, às 10h40
Três homens foram presos em São Paulo, suspeitos de integrar o 'Bando do Minotauro', uma quadrilha responsável por roubos violentos a mansões no Morumbi, com foco em residências de alto padrão e agressões a vítimas, incluindo idosos e crianças.
A polícia monitorava o grupo desde o ano passado, que realizava invasões rápidas e violentas em bairros nobres, utilizando a proximidade com a comunidade de Paraisópolis para planejar e escapar após os crimes.
Durante a operação, foram apreendidas armas, veículos roubados e uma motocicleta, enquanto as investigações prosseguem para identificar outros membros da quadrilha e receptadores dos bens furtados.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta segunda-feira (9), três homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubos a mansões no Morumbi, Zona Sul da capital. O grupo ficou conhecido como “Bando do Minotauro” e é investigado por invadir residências de alto padrão com extrema violência, incluindo agressões a idosos e crianças.
As prisões ocorreram durante uma operação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), realizada na comunidade de Paraisópolis, apontada pela investigação como base do grupo para planejamento e fuga após os crimes.
Segundo a polícia, a quadrilha vinha sendo monitorada desde o ano passado após uma sequência de ataques a imóveis de luxo em bairros como Morumbi e Vila Andrade. O padrão de atuação incluía invasões rápidas, rendição das vítimas e uso de violência física para intimidação.
Durante a operação, os agentes apreenderam duas armas de fogo, dois carros roubados com placas clonadas e uma motocicleta, utilizados nos deslocamentos da quadrilha. Dois dos presos estavam armados no momento da abordagem e vão responder também por porte ilegal de arma de fogo. Um deles já era procurado pela Justiça.
De acordo com a investigação, os criminosos escolhiam residências com rotinas previsíveis e se aproveitavam da proximidade geográfica entre Paraisópolis e os bairros nobres da região para agir com rapidez e dificultar a identificação.
A ação contou com equipes especializadas na repressão a furtos e roubos a condomínios e residências, além do apoio de outros departamentos da Polícia Civil. As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e possíveis receptadores dos bens roubados.
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