Condenação ocorreu quase 20 anos após o acusado assassinar sua companheira e dois filhos pequenos, de quatro anos e oito meses. Os corpos das vítimas jamais foram localizados

William Oliveira Publicado em 27/11/2024, às 10h00
Após quase 20 anos do brutal assassinato de sua companheira e dois filhos, um homem foi condenado a uma pena de 85 anos e seis meses de prisão em regime fechado pelo Tribunal do Júri na zona leste de São Paulo. O veredicto, que ocorreu em 12 de novembro, seguiu a acusação formulada pelo promotor de Justiça Enzo Boncompagni, representante do Ministério Público de São Paulo (MPSP).
As investigações revelaram que, em agosto de 2005, o acusado, sob efeito de álcool, tentou entrar na residência onde vivia com sua família. Ao ser barrado pela companheira, ele reagiu com violência, desferindo um soco que a deixou inconsciente. Em seguida, colocou-a em um saco de lixo e dirigiu-se até a Avenida Professor Edgar Santos, nas proximidades da Avenida Aricanduva.
No veículo também estavam seus dois filhos pequenos, de quatro anos e oito meses. O criminoso atirou o corpo da mulher em um córrego e repetiu o ato com as crianças, que estavam chorando no carro. Os corpos das vítimas jamais foram localizados.
A decisão judicial reconheceu a ocorrência de qualificadoras como motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou qualquer chance de defesa por parte das vítimas, conforme apontado pelo Ministério Público.
Leia também

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Sacani rebate Igor 3K, diz que versão sobre o Flow "não procede" e cobra leitura de mensagens

Entre tranças e serpentes

A política precisa de princípios. Mas também precisa de responsabilidade

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Quem é Gamix, torcedor japonês que teve surto de raiva após vitória do Brasil

Lula afirma que "ninguém é dono da América do Sul" durante cúpula do Mercosul

Desabamentos na Venezuela levantam dúvidas sobre padrão das construções

A política precisa de princípios. Mas também precisa de responsabilidade

Flay se revolta e briga com produtor: “Seu merd*”