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Transporte Público

Falha na Linha 7-Rubi da CPTM provoca lentidão e superlotação na manhã desta terça

Passageiros relataram lotação e atrasos significativos, com viagens que dobraram o tempo habitual devido a problemas técnicos

Este incidente marca o primeiro problema na Linha 7-Rubi desde a nova concessão, que começou em junho de 2024 - Imagem: Reprodução / TV Globo
Este incidente marca o primeiro problema na Linha 7-Rubi desde a nova concessão, que começou em junho de 2024 - Imagem: Reprodução / TV Globo

William Oliveira Publicado em 02/09/2025, às 08h00


Na manhã desta terça-feira (2), a Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enfrentou uma falha significativa em seu sistema de comunicação. O problema, registrado entre 5h e 5h50, provocou redução na velocidade dos trens e aumento no tempo de parada nas estações entre Jundiaí e Palmeiras-Barra Funda, na Zona Oeste da capital.

Passageiros relataram ao Bom Dia SP, da TV Globo, que os trens ficaram lotados e que houve atrasos expressivos. Um usuário, que costuma fazer o trajeto de Pirituba até Barra Funda em cerca de 40 minutos, contou que a viagem chegou a durar uma hora.

A situação foi ainda mais crítica na Barra Funda, estação que já enfrenta problemas de mobilidade e superlotação desde a desativação do serviço 710.

Em nota, a CPTM informou que equipes de manutenção atuaram para resolver a falha e que a circulação estava em processo de normalização. A companhia também pediu desculpas pelos transtornos e publicou o seguinte aviso:

"Estamos circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as Estações Jundiaí e Palmeiras-Barra Funda, devido a problemas técnicos. Agradecemos a sua compreensão."

Este foi o primeiro incidente registrado na Linha 7-Rubi desde que o consórcio TIC Trens — formado pelo Grupo Comporte e pela fabricante chinesa CRRC — assumiu a concessão, em contrato assinado em 3 de junho de 2024 pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). A supervisão da CPTM vai até novembro, quando o consórcio passará a operar integralmente o serviço.

O contrato prevê que a concessão terá duração mínima de 30 anos.


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