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Luto

Empresário Oscar Maroni morre aos 74 anos e encerra capítulo marcante da noite paulistana

Fundador do Bahamas Club e figura conhecida do entretenimento noturno, Maroni enfrentava o Alzheimer e deixa quatro filhos

Empresário Oscar Maroni morre aos 74 anos. - Imagem: Reprodução.
Empresário Oscar Maroni morre aos 74 anos. - Imagem: Reprodução.

Erika Osti Publicado em 31/12/2025, às 11h00


O empresário paulistano Oscar Maroni, ícone da vida noturna e responsável por um dos espaços de entretenimento adulto mais famosos da cidade, morreu na manhã desta quarta-feira (31), em São Paulo, aos 74 anos. A informação foi confirmada por meio de nota oficial divulgada pela família e pela direção do Bahamas Hotel Club, casa noturna que consagrou sua trajetória no ramo do entretenimento. Maroni vinha enfrentando problemas de saúde nos últimos anos, incluindo um diagnóstico de Alzheimer, e vivia em uma casa de repouso na capital paulista. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada pelos familiares.

Figura conhecida tanto por suas iniciativas empresariais quanto por estar no centro de debates públicos e controvérsias, Oscar Maroni deixa quatro filhos e um legado complexo no universo dos negócios noturnos. Sua atuação influenciou a cultura de vida noturna em São Paulo por décadas, conduzindo um empreendimento que esteve na mira da mídia, das polêmicas e da vida social da metrópole.

Nascido em Jundiaí, interior de São Paulo, Maroni construiu sua carreira inicialmente em áreas distintas antes de se firmar como empresário do entretenimento adulto e hotelaria. Foi à frente do Bahamas Hotel Club e de outros empreendimentos relacionados à hotelaria e eventos, tornando-se um nome praticamente sinônimo da noite paulistana. O empresário era presença constante em colunas sociais e temas de debate sobre costumes e liberdade de expressão na cidade.

Nos últimos anos, sua saúde se deteriorou após o avanço do Alzheimer, doença neurodegenerativa que o afastou da administração dos negócios familiares. A partir de 2024, os filhos Aratã e Aruã assumiram a gestão das operações do Bahamas e buscaram organizar a sucessão dos empreendimentos. O próprio Maroni passou a ser cuidado em uma instituição especializada, onde permaneceu sob cuidados até o fim de sua vida. 

Em comunicado, a família exaltou Maroni como alguém que viveu intensamente e foi fiel às suas convicções, agradecendo as manifestações de carinho e respeito recebidas neste momento de dor. Detalhes sobre o velório e enterro ainda não foram divulgados, mas a cerimônia deve ser reservada para parentes e amigos próximos. 


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