Na próxima audiência será decidido se os PMs acusados podem ser levados a júri

Gabriela Thier Publicado em 17/05/2024, às 18h07
Nesta sexta-feira (17) a justiça de São Paulo realizou a 3° audiência do caso do ‘Massacre de Paraisópolis’, que ocorreu no dia 1 de dezembro de 2019, quando nove pessoas foram mortas, oito por asfixia e uma pro traumatismo, e mais 12 feridas, após uma ação da Polícia Militar em um baile funk.
Após o ocorrido 13 policiais foram acusados das mortes e agressões e mortes, sendo que 12 teriam encurralado as vítimas em um beco e um teria soltado um explosivo nelas. Até o momento, os PMs respondem em liberdade.
As audiências começaram em julho do ano passado e até agora foram ouvidas 27 testemunhas de acusação, sendo elas vítimas sobreviventes do massacre, familiares de vítimas fatais e testemunhas protegidas.
A PM alega que estava perseguindo dois suspeitos de roubo e que as pessoas foram mortas ao serem pisoteadas, devido ao tumulto que, segundo eles, foi causado pelos bandidos, que nunca foram encontrados.
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