Aung San Suu Kyi, a dirigente política de Mianmar que está presa e que foi acusada pela junta militar que deu um golpe no país, compareceu nesta segunda-feira

Redação Publicado em 24/05/2021, às 00h00 - Atualizado às 12h42
Aung San Suu Kyi, a dirigente política de Mianmar que está presa e que foi acusada pela junta militar que deu um golpe no país, compareceu nesta segunda-feira (24) pela primeira vez a uma audiência presencial em um tribunal desde que seu governo foi derrubado, em fevereiro.
Forças de segurança foram mobilizadas ao redor do tribunal, especialmente instalado na capital, Naypyidaw, para julgar a ex-chefe de Governo.
Aung San Suu Kyi, de 75 anos, está em prisão domiciliar. Ela não havia sido vista em público desde sua detenção no dia 1º de fevereiro. Segundo sua advogada, Suu Kyi parece estar em boa saúde.
Antes da audiência, ela disse que seu partido, a Liga Nacional para a Democracia (LND), “existirá enquanto o povo existir, porque foi fundado para o povo”, segundo a advogada.
Os generais ameaçam dissolver o partido, que venceu as eleições legislativas de 2020 por ampla maioria, alegando uma fraude na votação.
A Comissão Eleitoral, muito próxima ao regime militar, afirmou que a investigação está quase concluída.
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G1
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