Rafael Grossi, da AIEA, afirma que Irã enriquece urânio em níveis militares, mas sem provas de armas nucleares

por Marina Milani
Publicado em 19/06/2025, às 08h25
Em uma declaração feita nesta quinta-feira (19), o Irã lançou duras críticas à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), acusando-a de se comportar como uma "aliada" na suposta "guerra de agressão" conduzida por Israel. O comentário surge após a AIEA ter emitido uma nota de censura ao país persa, devido ao descumprimento de seus compromissos relacionados ao programa nuclear, um dia antes do início das operações militares israelenses em 13 de junho.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, utilizou a plataforma X para expressar sua indignação, afirmando: "Vocês traíram o regime de não proliferação e transformaram a AIEA em uma aliada nessa injusta guerra de agressão". As declarações foram direcionadas ao diretor-geral da agência, Rafael Grossi, que na véspera havia comentado à France24 sobre a situação nuclear iraniana.
Grossi mencionou que o Irã é atualmente o único país enriquecendo urânio em níveis que se aproximam dos padrões militares. No entanto, ele também fez questão de ressaltar que não há evidências concretas que sustentem a alegação de que Teerã esteja em processo de fabricação de armas nucleares.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada