Primeiro-ministro israelense admite erro

Gabriela Thier Publicado em 27/05/2024, às 15h35
Israel atacou, na noite do último domingo (26), o local que o próprio país havia definido como ‘seguro’ para os palestinos. A cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, havia sido o local designado como seguro, para onde milhares de civis palestinos haviam se deslocado após orientações dadas pelo próprio governo de Israel no início do conflito.
Após o ataque na noite de domingo, houveram relatos de pessoas carbonizadas, tendas de ajuda humanitária pegando fogo, dezenas de feridos e 45 mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. Entre os mortos, estão mulheres, crianças, idosos e dois líderes do Hamas.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, admitiu nesta segunda-feira (27), que o ataque foi um “erro trágico” e afirmou que o incidente está sendo investigado:
“Apesar dos nossos máximos esforços para não ferir civis inocentes, na noite passada, houve um erro trágico. Nós estamos investigando o incidente e vamos obter uma conclusão, pois essa é a nossa postura.”- Benjamin Netanyahu, em discurso.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Messi fica fora de treino antes da semifinal da Copa do Mundo

São Paulo registra madrugada mais fria do ano e cidade aciona plano de proteção contra baixas temperaturas

Falso assalto termina com dois funcionários baleados por policial de folga na Zona Leste de São Paulo

Sérgio Moro publica mensagem em defesa de Bolsonaro e Flávio nas redes sociais

Flávio Dino endurece fiscalização sobre emendas e dá 30 dias para Congresso comprovar mecanismos de transparência

Médico é detido na Paulista dirigindo com giroflex e portando duas armas sem documentação

Mulher é perseguida pelo ex após sair do trabalho e morre esfaqueada em São Vicente

Publicidade Legal - 14-07-2026