As Filipinas declararam estado de calamidade em seis regiões afetadas pelo tufão Rai, que matou centenas de pessoas na semana passada, enquanto os serviços de

Redação Publicado em 22/12/2021, às 00h00 - Atualizado às 09h26
As Filipinas declararam estado de calamidade em seis regiões afetadas pelo tufão Rai, que matou centenas de pessoas na semana passada, enquanto os serviços de salvamento prosseguem os esforços para chegar às áreas afetadas.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, formalizou a declaração de estado de calamidade, durante discurso semanal de terça-feira à noite, o que permite aos governos locais utilizar os seus fundos de emergência para ajudar as comunidades devastadas pelo tufão.
A declaração permite também controlar os preços das mercadorias, bem como acelerar os esforços de resgate e socorro nas regiões de Mimaropa, Visayas Central, Caraga, Visayas Ocidental, Mindanao do Norte e Visayas Oriental, disse o presidente.
O tufão chegou na quinta-feira passada (16) com rajadas de vento de até 240 quilômetros por hora. Atravessou de leste para oeste, passando por cerca de nove ilhas onde causou danos significativos em casas e infraestruturas, além de deixar 375 mortos e centenas de feridos, de acordo com números da polícia.
De acordo com o Conselho Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Catástrofes (NDRRMC), mais de 500 mil pessoas foram retiradas de suas casas e mais de 1 milhão foram afetadas pelo tufão.
O conselho informou que o Rai danificou mais de 15 mil casas, deixou 239 localidades sem eletricidade e causou danos em 67 estradas e nove pontes afetadas.
Também afetou cinco aeroportos e 122 portos marítimos.
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RTP
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