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Deportações nos EUA: consequências econômicas preocupam

Imigrantes não autorizados representam grande parte da força de trabalho do país

Imigrantes não autorizados representam grande parte da força de trabalho do país - Imagem: Reprodução / X / @TheRichFromCali
Imigrantes não autorizados representam grande parte da força de trabalho do país - Imagem: Reprodução / X / @TheRichFromCali

Gabriela Thier Publicado em 30/01/2025, às 17h55


No contexto de sua campanha eleitoral para a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump fez uma promessa audaciosa: a realização da "maior operação de deportações da história americana". O então candidato afirmou que, se eleito, sua administração se dedicaria a retirar do país todos os imigrantes ilegais que ali residem, um total estimado em milhões, até o término de seu mandato.

Dados recentes divulgados pelo Pew Research Center revelam que, em 2022, cerca de 11 milhões de imigrantes não autorizados estavam vivendo nos EUA. Este grupo representava um importante componente da força de trabalho americana, com aproximadamente 8,3 milhões de indivíduos atuando em diversas áreas da economia.

As preocupações sobre a viabilidade das promessas de Trump se intensificaram após relatos de detenções em massa por parte dos agentes de imigração logo após sua posse. Muitos imigrantes foram enviados de volta aos seus países de origem, incluindo nações como México, Colômbia e Brasil.

Pesquisadores consultados pela Agência Brasil alertam que, caso o presidente Trump opte por seguir com sua proposta e consiga os recursos necessários para implementar tal política, o resultado pode ser catastrófico. A deportação em massa dos imigrantes ilegais poderia desencadear um grave déficit na força de trabalho, trazendo consequências negativas para a economia dos Estados Unidos.


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