Em Lviv, na Ucrânia, filas de pessoas, a maioria mulheres e crianças, aguardam em fila a entrada em território polonês. Organizações humanitárias e

Redação Publicado em 02/03/2022, às 00h00 - Atualizado às 07h41
Em Lviv, na Ucrânia, filas de pessoas, a maioria mulheres e crianças, aguardam em fila a entrada em território polonês. Organizações humanitárias e voluntários montam abrigos para os deslocados e recolhem alimentos, medicamentos e agasalhos. Autoridades ucranianas estabeleceram a ordem no processo de saída de mulheres, crianças, idosos e estrangeiros rumo às fronteiras dos países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

O posto fronteiriço de Siret é o mais movimentado da Romênia. As filas de carros já atingiram 20 quilômetros. A maioria dos refugiados segue depois para outros países.
O diretor-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM), António Vitorino, diz que a duração do conflito e as operações militares vão influenciar o número de refugiados.
A instituição tinha estimado inicialmente que o conflito provocaria entre 1 milhão e 3 milhões de deslocados.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a pedir a Moscou que pare com os bombardeios antes das negociações.
Em entrevista à agência Reuters, ele pediu à Otan que mantenha seguras as fronteiras com a Ucrânia.
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RTP
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