Último Grand Slam da temporada, o US Open anunciou que, além da presença total de público, não vai cobrar testes negativos para Covid-19, comprovante de

Redação Publicado em 26/08/2021, às 00h00 - Atualizado às 15h08
Último Grand Slam da temporada, o US Open anunciou que, além da presença total de público, não vai cobrar testes negativos para Covid-19, comprovante de vacinação e uso de máscaras no complexo de Flushing Meadows. Apesar do qualifying estar sendo disputado sem a presença da torcida, a chave principal acontecerá com as quadras recebendo 100% de ocupação.
O protocolo que será utilizado em 2021 seguirá o modelo da NBA e da MLB. Vale lembrar que o primeiro evento sem qualquer restrição de torcedores aconteceu em fevereiro, na partida entre New York Knicks x Brooklyn Nets. Disputado sem público no ano passado por conta da pandemia do novo Coronavírus, o US Open teve um prejuízo de US$ 180 milhões (R$ 957,6 milhões, atualmente).
De acordo com o diretor médico do torneio, Brian Hainline, essa flexibilização dos protocolos será possível graças ao índice de mais de 70% da população adulta já vacinada com pelo menos uma dose. Depois de uma queda enorme no número de casos em Nova York por conta da vacinação, os números voltaram a subir por conta da variante Delta. Na última atualização, foram 1.338 casos e 19 mortes.
A Associação Norte-americana de Tênis (USTA) também anunciou que os tenistas terão liberdade em Nova York, diferente das bolhas que ainda vem enfrentando em alguns torneios ao redor do mundo. Com isso, poderão jantar ou passear pela cidade. Os atletas serão submetidos a testes assim que chegarem, mas não precisarão entrar em isolamento até que o resultado seja divulgado.
Diretora do torneio, Stacey Allaster, falou sobre a importância da “liberdade” para os tenistas após um bom tempo sofrendo com os impactos da pandemia. De acordo com ela, a saúde mental é muito importante para que eles possam ter um bom desempenho.
– Temos ciência do estresse mental dos tenistas ao longo dos últimos 12 meses diante da pandemia, do isolamento em bolhas, o que foi importante, mas sabemos que os tenistas querem maior flexibilidade – afirmou a diretora.
O US Open começa no dia 30 de agosto e o Brasil vai ter representantes nas chaves de simples e duplas. Além disso, ainda tem João Menezes e Bia Haddad vivos no qualifying, podendo aumentar ainda mais o número de brasileiros na disputa do torneio.
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Fontes: Ge – Globo Esporte.
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