O camisa 10 já foi alvo de Van Basten outras vezes

Bianca Souza Publicado em 11/10/2022, às 09h45
Van Basten, ex-atacante e ídolo da seleção holandesa, se tornou comentarista do canal Ziggo Sport e não pensou duas vezes na hora de expor sua opinião sobre Neymar, no último sábado (08).
Avaliando a atuação do craque brasileiro no empate do PSG contra Reims, o comentarista criticou a procura do jogador por confusão.
"Neymar é um verdadeiro chorão. Ele está constantemente provocando. Em um segundo, ele comete falta em alguém, e no outro, ele se faz de vítima novamente", disse ele.
O ex-atacante também afirmou que, o camisa 10 não recebe de forma positiva qualquer contato durante as partidas.
"Você não tem permissão para tocá-lo. Eu aplaudiria se alguém finalmente lidasse com isso. É um jogador sujo. Desagradável dentro de campo", afirmou Van Basten
Na Copa do Mundo de 2018, Van Basten integrou o grupo de estudos técnicos da Fifa e criticou duramente Neymar pelas supostas simulações em campo.
Vencedor de três bolas de ouro, o ex-jogador holandês também já criticou os 100 milhões de euros gastos pelo Manchester United com o jogador Antony.
'Een nare man.' 💬
— Ziggo Sport Voetbal (@ZS_Voetbal) October 8, 2022
Marco van Basten is geen fan van Neymar zijn collega's 🤬#ZiggoSport#Ligue1#PSGpic.twitter.com/R6Ub2IIr3M
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação

CPTM amplia pagamento de bilhetes via Pix para todas as estações do sistema

Josh Grisetti, estrela de musicais da Broadway, morre aos 44 anos

Moraes suspende visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias e investiga possível propaganda eleitoral antecipada