Já são sete temporadas na Fórmula E. O piloto com mais corridas disputadas e que participou do projeto desde os primeiros testes com um monoposto elétrico.

Redação Publicado em 15/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 11h22
Já são sete temporadas na Fórmula E. O piloto com mais corridas disputadas e que participou do projeto desde os primeiros testes com um monoposto elétrico. Mas que ficou sem equipe já no início do campeonato de 2021, quando a Audi anunciou o fim de sua trajetória na categoria. Vencedor de duas provas, em Puebla e Berlim, Lucas di Grassi, de 37 anos, estará de casa nova em 2022: o brasileiro foi anunciado nesta quarta-feira como o novo piloto da Venturi, equipe monegasca comandada pela escocesa Susie Wolff. Ele será companheiro do suíço Edoardo Mortara, atual vice-campeão.
A temporada 2022 será decisiva para o futuro da categoria. É o último ano dos carros da segunda geração (Gen 2), antes da revolução prometida para 2023, com a chegada dos Gen 3. O contrato de Di Grassi com a Venturi tem duração de apenas um ano, justamente para existir uma nova negociação antes da nova era da Fórmula E. Para o próximo campeonato, as expectativas são grandes: o time monegasco cresceu muito em 2021 e venceu corridas com Mortara e com o francês Norman Nato. Além disso, conta com o trem de força da Mercedes, atual campeã, mas que sairá da categoria no fim da próxima temporada. Apesar disso, segue sendo um pacote técnico muito forte, que poderá dar as condições desejadas por Di Grassi para brigar pelo bicampeonato.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2021/2/r/CEdBebSNOvA641mxGB2A/lucas-di-grassi1.jpg?resize=740,745&ssl=1)
Lucas di Grassi com o carro da Venturi: ele correrá pela equipe monegasca na temporada 8 da Fórmula E — Foto: Venturi Racing
E mais algumas coisas devem mudar para a nova temporada da Fórmula E. O polêmico treino de classificação, por exemplo, formado por grupos na ordem da classificação do campeonato e que penalizava os melhores do ano, deverá sofrer alterações. No último campeonato, tivemos um excesso de influência dele para a decisão dos vencedores de cada etapa e até mesmo para a disputa do título no fim do campeonato. Com um novo formato (ainda uma incógnita), a expectativa é que as equipes que estejam fazendo o melhor trabalho sejam premiadas. E isto também entra na equação das negociações para o novo time de Lucas di Grassi.
Em suma: é uma relação ganha-ganha para ambos os lados. Com a chegada de Di Grassi e sua experiência no automobilismo, a Venturi terá um ativo importante para continuar seu crescimento dentro da Fórmula E. E, além disso, se tornar um time atrativo para as montadoras em 2023, quando o Gen 3 irá estrear na categoria. Para o brasileiro, estar em um time pronto e que conta com o trem de força da atual campeã é importante para seus desejos de bons resultados a curto prazo. Ou seja: é uma relação que tem tudo para dar certo na luta pelo título de 2022.

Edoardo Mortara será o companheiro de Lucas di Grassi na Venturi na temporada 2022 da Fórmula E — Foto: Venturi Racing
.
.
.
Globo Esporte

Caso Palmeiras: Laudo do IML não aponta lesões corporais, mas Polícia Civil mantém investigação de suposto abuso infantil

Relembre a Lei Mariana Ferrer, criada após revolta com audiência do caso

Silvia Abravanel anuncia pré-candidatura e disputa vaga na Câmara pelo PSD

Anac autoriza duas novas companhias aéreas internacionais a operar no Brasil

Incêndio destrói galpão de distribuidora de autopeças na Lapa, em São Paulo

Investigação aponta retirada de câmera após morte de jovem em salto de rope jump

Homem intercepta ônibus de pacientes, viaja 85 km sob ameaça e acaba preso em Ribeirão Preto

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Após anos calada, Bruna Marquezine quebra o silêncio e abre ferida do passado ao falar de Neymar

Carro pega fogo na Rodovia Presidente Dutra em Caçapava e mobiliza Bombeiros