Thiago Gagliasso e Bruno Gagliasso não convivem há anos e também têm divergência política. Entenda aqui!

Renata Silva Publicado em 03/10/2022, às 19h21
Os irmãos Thiago Gagliasso e Bruno Gagliasso não convivem há alguns anos e não escondem a relação tensa na família. Com as eleições de 2022, a história dos irmãos voltou à tona por causa das divergências políticas entre eles e a notícia de Thiago conquistou uma das vagas de deputado estadual no Rio de Janeiro. Os dois apoiam candidatos diferentes na eleição à presidência e estão em lados completamente opostos.
Thiago Gagliasso é apoiado de Jair Bolsonaro desde a eleição em 2018. Enquanto isso, Bruno Gagliasso torce por Luiz Inácio Lula da Silva. A relação deles também está abalada no âmbito familiar.
Recentemente, Bruno contou no podcast Quem Pode, Pod que não parou de falar com o irmão por causa de política, mas por questões pessoais. Ao ser questionado se eles podem voltar a conviver, ele disse: “Em algum momento, talvez sim, mas hoje não consigo enxergar isso, porque admiração, respeito, afinidade, hoje não sinto por ele. O que eu sinto é o amor de irmão, isso nunca vai se apagar, e a saudade de tudo o que a gente viveu, isso é um fato”.
Então, ele ainda completou: “A gente pensa muito diferente, não é pensamento político, é como a gente enxerga a vida. Não é por causa de eleição, é bom deixar isso claro, porque muita gente fala: 'eles brigaram por causa de política'. Não foi, a gente foi exposto de uma maneira, eu e minha mulher, mas não foi por causa de polícia”. O fato da exposição citado é sobre quando Thiago divulgou a imagem de uma conversa com a cunhada nas redes sociais.
Nas eleições do último domingo, 2, Thiago Gagliasso conquistou uma das vagas de deputado estadual no Rio de Janeiro. Ele faz parte do Partido Liberal, PL, que é o mesmo de Jair Bolsonaro. Ele foi o sétimo candidato maisvotado no estado, com mais de 102 mil votos.
“Primeiro, gostaria de agradecer do fundo do meu coração a cada um dos mais de 100 mil votos! Estou feliz e grato a cada um de vocês! Nossa missão só estará completa quando a gente reeleger o nosso presidente Bolsonaro. A tropa dele aumentou aqui no RJ e vamos pra cima deles”, disse ele no Twitter.
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