Diário de São Paulo
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Racismo e Xenofobia

Portuguesa que atacou filhos de Giovanna Ewbank já foi xenofóbica antes; veja vídeo

Uma outra vítima da mulher que foi racista revelou outro acontecimento revoltante em Portugal

Portuguesa que atacou filhos de Giovanna Ewbank já foi preconceituosa antes. Entenda: - Imagem: reprodução TV Globo / Metrópoles
Portuguesa que atacou filhos de Giovanna Ewbank já foi preconceituosa antes. Entenda: - Imagem: reprodução TV Globo / Metrópoles

Publicado em 01/08/2022, às 15h51 Vitória Tedeschi


Após o recente e polêmico vídeo em que a atriz Giovanna Ewbank aparece brigando com uma mulher após ataque racista contra seus filhos, Titi e Bless, foi descoberto pelo Metrópoles que esse não foi o primeiro caso de preconceito por parte da portuguesa.

A coluna Leo Dias conversou com Eduarda Rabello, brasileira que vive em Portugal. A moça enviou vídeos em que a mesma mulher aparece gritando: “Brasileiros vão para o Brasil”. Segundo a brasileira, o caso ocorreu em 9 de março deste ano.

Eduarda também revelou que além dos gritos proferidos a ela, momentos antes, ela teria discutido com outros brasileiros que também estavam no local e tentado jogar uma cadeira na direção deles. 

“Estava no bar que um amigo trabalha e ela começou a se exaltar dentro bar. Quando ela saiu, eu estava lá fora com uns amigos brasileiros e ela já começou a gritar falando: ‘brasileiros, vá pro Brasil’ (sic). Depois de um tempo de discussão, ela tentou jogar uma cadeira em mim, que não acertou, e continuou xingando e falando para nós brasileiros irmos pro Brasil”, detalhou à coluna.

Veja vídeo do ocorrido:

Mesmo após chamar a polícia, a vítima deste caso contou que a agressora continuava proferindo gritos xenófobos, chegando até a provocar os policiais.

“Depois de um tempo chamei a polícia, eles chegaram e nem assim ela se controlou, ficou gritando: ‘Me leva pra esquadra (delegacia em Portugal), lá é minha casa’. Também disse para os policiais que ela não ia levar eles a sério porque tinham cara de taxistas”.

Apesar dos momentos revoltantes, Eduarda conta que não prestou queixas contra a mulher na delegacia, mesmo tendo chamado a polícia. De acordo com a vítima, os próprios policiais afirmaram que o caso não iria dar em nada e que seria apenas uma perda de tempo.

Mesmo assim, a brasileira se mostrou disposta a ajudar Giovanna Ewbank e Bruno Gagliassona investigação, ajudando a fornecer relatos e provas de reincidência de crimes de preconceito praticados pela mulher.

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