A marca emprega cerca de 45 mil funcionários, diretos e indiretos

Marina Roveda Publicado em 01/02/2023, às 09h47
Uma das maiores varejistas do país, a Americanasdeu início à recuperação judicial no último dia 19, e começou na terça-feira (31) os deligamentos.
Segundo uma apuração feita pelo jornal Folha de São Paulo, as demissões começaram no Rio de Janeiro, na sede da companhia, que foi fundada em 1927 por imigrantes americanos.
A princípio, os cortes devem envolver terceiros, mas também serão estendidos ao pessoal contratado em regime CLT.
A dificuldade que a varejista deve enfrentar para os cortes é que, na pressa em apresentar a sua recuperação judicial, para não ter recebíveis bloqueados por bancos credores, a Americanas não incluiu os funcionários no processo. Ou seja, o valor devido aos funcionários cortados não poderá entrar no processo de recuperação judicial, e deverá ser pago normalmente pela empresa.
A empresa ostenta mais de R$ 42 bilhões em dívidas com credores, e empregava mais de 45 mil funcionários.
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