O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,3 ponto de setembro para outubro deste ano. Com o resultado, o

Redação Publicado em 26/10/2021, às 00h00 - Atualizado às 11h03
O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,3 ponto de setembro para outubro deste ano. Com o resultado, o indicador passou para 96,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu cinco meses consecutivos de alta.

A queda do indicador foi puxada pela piora no Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário brasileiro da construção no presente. O subíndice caiu 0,7 ponto e chegou a 92 pontos, principalmente devido à avaliação sobre a situação atual dos negócios.
O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, variou 0,1 ponto e atingiu 100,3 pontos, mostrando acomodação, segundo a FGV.
O Nível de Utilização da Capacidade da Construção aumentou 0,6 ponto percentual, para 75,6%.
Segundo a FGV, desde o segundo semestre do ano passado, o custo dos materiais ganhou destaque entre os fatores limitativos para a melhora dos negócios das empresas. A escassez de mão de obra qualificada, no entanto, também começa a ganhar destaque como um limitador.
.
.
.
.
AGÊNCIA BRASIL
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

Mulher salva homem preso nos trilhos segundos antes da passagem de trem no Paraná

Novo vazamento de gás no Centro de São Paulo acende alerta após tragédia no Jaguaré

James Rodríguez é criticado após interação com filha do presidente da Colômbia gerar repercussão

Flávio Bolsonaro pede que STF declare Moraes suspeito em processos ligados a Vorcaro

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Mulher é achada morta dentro de residência; companheiro teria admitido crime em mensagem enviada à família

Após críticas, Romário muda posição e passa a defender fim da escala 6x1

“Deveria receber salário à altura do que eu trabalho pelo país”, diz ministro do STJ com remuneração de R$ 141 mil