O faturamento real da indústria de transformação apresentou queda de 3,4% no mês de agosto em relação a julho, informou hoje (4) a Confederação Nacional da

Redação Publicado em 04/10/2021, às 00h00 - Atualizado às 14h20
O faturamento real da indústria de transformação apresentou queda de 3,4% no mês de agosto em relação a julho, informou hoje (4) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). No período de janeiro a agosto deste ano o índice acumulou queda de 6,4%. Em relação a agosto de 2020, a queda foi de 0,2%. Os números se referem à série dessazonalizada, que exclui os efeitos das variações sazonais do conjunto de dados.

Os dados constam da publicação Indicadores Industriais, produzida pela CNI. Além do faturamento na indústria de transformação, o índice de horas trabalhadas na produção também apresentou queda de 0,3% em agosto na comparação com julho. De acordo com a CNI, desde fevereiro de 2021, o indicador tem apresentado quedas consecutivas na série de variação mensal, com exceção do mês de julho, em que houve estabilidade. Os valores se referem às séries dessazonalizadas.
Com o resultado de agosto, o índice volta a um patamar ligeiramente abaixo do observado em fevereiro de 2020 (-0,8 ponto percentual), antes da crise causada pela pandemia de covid-19. Em 2021, a retração acumulada é de 4,7%”, informou a confederação.
Os números mostram também que o indicador de rendimento médio real vem consolidando uma tendência de queda, apesar do crescimento de 0,5% em agosto em relação ao mês anterior, na série livre de efeitos sazonais. Com isso, a variação acumulada no ano de 2021 é de -2,0%. A CNI disse que alta da inflação contribui para a redução do rendimento médio real dos trabalhadores.
A CNI informou que o emprego da indústria de transformação apresentou, em agosto, crescimento de 0,1% em relação ao mês anterior. Com isso, a variação acumulada do emprego industrial em 2021 ficou em 3,8%.
Ainda de acordo com a CNI, os indicadores apontam que a utilização da capacidade instalada da indústria segue elevada no país, apesar da queda de 0,1% em relação a julho ficando em 82,3%, na série livre de efeitos sazonais. Desde março de 2021, o indicador se encontra acima de 80%, em um patamar superior à média histórica.
Além disso, em agosto, o indicador de massa salarial também apresentou crescimento, ficando superior em 0,8% em relação a julho, na série dessazonalizada. O indicador acumula crescimento de 0,7% em 2021.
“A massa salarial real se encontra 2,6% abaixo do nível observado em fevereiro de 2020, antes da pandemia. Apesar da forte recuperação das horas trabalhadas no segundo semestre de 2020, em nenhum momento a massa salarial real voltou ao nível de antes da pandemia”, disse a CNI.
.
.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

Mulher salva homem preso nos trilhos segundos antes da passagem de trem no Paraná

Novo vazamento de gás no Centro de São Paulo acende alerta após tragédia no Jaguaré

James Rodríguez é criticado após interação com filha do presidente da Colômbia gerar repercussão

'Salário não está à altura do trabalho', diz ministro do STJ

Flávio Bolsonaro pede que STF declare Moraes suspeito em processos ligados a Vorcaro

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Mulher é achada morta dentro de residência; companheiro teria admitido crime em mensagem enviada à família

Após críticas, Romário muda posição e passa a defender fim da escala 6x1