O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite falou que os novos recursos da pasta serão aplicados em inovação e na contratação de 700 novos servidores para

Redação Publicado em 03/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 08h02
O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite falou que os novos recursos da pasta serão aplicados em inovação e na contratação de 700 novos servidores para reforçar os trabalhos no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

O governo federal já havia anuciado que dobraria as verbas para o combate às queimadas e crimes ambientais em abril.
Joaquim Leite afirmou, ainda, que a pasta contratará seis mil bombeiros estaduais, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O ministro afirmou que o contingente atuará de forma descentralizada em todos os biomas que concentram incêndios e queimadas no Brasil, como na região do Pantanal, em Mato Grosso, no Cerrado do Centro-Oeste e em toda a Região Norte.
“O governo federal tem uma determinação: eliminar o desmatamento ilegal no brasil. São R$ 470 milhões para reforçar os órgãos de controle”, afirmou o ministro.
Segundo Joaquim Leite, uma das soluções encontradas pelo governo federal é “reconhecer e remunerar quem cuida das florestas”, o que resultou na criação da iniciativa Floresta+, que viabiliza um mercado de serviços ambientais remunerados pelo Estado. “O desafio desse programa é atingir um número relevante de hectares, especialmente na Amazônia. Assim, conseguimos dar uma alternativa para quem vive no território”, afirmou.
Joaquim Leite adiantou que o Brasil atuará em duas frentes para a Conferência Das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 26. A primeira será apresentar projetos de redução real de emissões dos gases do efeito estufa. A segunda será baseada na proteção de florestas e vegetação nativa.
Segundo informou Leite, o Brasil apresentará casos reais de pessoas que lutam pela preservação. “Vamos apresentar um Brasil que protege o seu território. Vamos mostrar o Brasil real – que pouca gente conhece – para o mundo, e mostrar que o país faz, sim, uma atividade sustentável na indústria, no transporte, na energia e, especialmente, na agricultura”, reforçou.
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Agência Brasil
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