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Metrô de SP vende nome de estação, e parada da Linha 3-Vermelha passa a se chamar Carrão-Assaí Atacadista

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Metrô de SP vende nome de estação, e parada da Linha 3-Vermelha passa a se chamar Carrão-Assaí Atacadista

Estação da Zona Leste da capital é a primeira a ser afetada por acordo de ‘naming rights’ firmado pelo Metrô de São Paulo. Novo nome passa a valer nesta sexta-feira (26).

A estação Carrão da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo vai passar a ser chamada Carrão-Assaí Atacadista a partir desta sexta-feira (26). A mudança é parte de uma negociação de “naming rights” firmada pelo Metrô com a empresa.

Segundo as regras da concessão, o nome do atacadista deverá estar associado ao da estação da Zona Leste da capital por um período de 10 anos, que pode ser renovado por outros 10. Pelo local, passam até 68 mil passageiros diariamente.

A mudança inclui avisos sonoros nos trens, informando o novo nome aos passageiros diversas vezes ao dia, a alteração de mapas em toda a rede, e até mesmo do totem nos acessos à estação, que vão passar a incluir o nome e a logomarca do atacadista.

O Metrô de SP argumenta que, apesar de inédita na capital paulista, a concessão de “naming rights” de estações de metrô é uma prática já adotada em sistemas de diversas cidades na Europa, na Ásia e na América do Norte.

No Rio de Janeiro, a estação do metrô de Botafogo, na Zona Sul da cidade, teve o nome trocado para Estação Botafogo/Coca-Cola no começo deste ano. A mudança causou polêmica e gerou piadas nas redes sociais.

O Metrô de SP já manifestou interesse em conceder também as estações Anhangabaú e Penha, da Linha 3-Vermelha, Brigadeiro e Consolação, da Linha 2-Verde, e Saúde, da Linha 1-Azul. O programa de “naming rights” deve anunciar nas próximas semanas a concessão de pelo menos mais uma estação da rede.

Segundo a empresa, a concessão do nome de estações ajuda a ampliar as receitas não tarifárias, que compreendem a exploração comercial e publicitária das estações, além da locação de áreas e imóveis. No último ano, essas receitas atingiram 20% de toda a arrecadação da companhia.

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G1

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