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Esportes

Fofão e Fabiana: capitãs dos ouros olímpicos do vôlei feminino têm as lideranças refletidas uma na outra

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Fofão e Fabiana: capitãs dos ouros olímpicos do vôlei feminino têm as lideranças refletidas uma na outra

Série exibida no Esporte Espetacular conta história de grandes líderes do esporte brasileiro

O capitão de uma equipe é um membro do time escolhido para ser seu líder. Um guia dentro de campo ou na quadra. Geralmente, este é um jogador experiente e com boa identificação com o clube, com o restante da equipe e com os torcedores. Dentro do selecionado nacional de um esporte, a lógica é a mesma. Mas nem sempre o bom capitão é o mais velho do elenco ou o mais enérgico. No vôlei feminino do Brasil, nas campanhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim e Londres, as capitãs tinham características retraídas. Eram calmas e tímidas. Fofão e Fabiana são exemplos de lideranças que se prolongaram. Uma foi espelho da outra.

Fofão e Fabiana lideraram o Brasil nas campanhas douradas de 2008 e 2012 — Foto: Reprodução

Fofão e Fabiana lideraram o Brasil nas campanhas douradas de 2008 e 2012 — Foto: Reprodução

Na série “Os Capitães” exibida pela Esporte Espetacular, grandes líderes do esporte brasileiro contam suas trajetórias. Alguns em times de futebol e outros em seleção, como foi com o vôlei feminino neste domingo. A ex-levantadora Fofão sempre foi uma liderança quieta, calada. A ex-líbero Fabi, que jogou com a capitã em clubes da Superliga e esteve com ela na primeira conquista olímpica em Pequim, em 2008, contou que Fofão se expressava pelo olhar.

– Acho que ela é uma jogadora fora do comum. Na suas atitudes, no jeito de liderar um time, que pra mim sempre foi o que mais me chamou atenção. Eu tive que conviver com muitos ídolos e muitos jogadores espetaculares que faziam a diferença, mas eu nunca convivi com o tipo de liderança da Fofão. Que é aquela pessoa que no olhar você já entendia o que ela dizia. O que ela queria.

Apesar do silêncio, o exemplo dentro de quadra era diário. Fabi lembra que a capitã sempre se doou muito em treinamentos e nunca deixou de pensar no coletivo. Um momento importante de liderança de Fofão foi após a derrota nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007. Segundo a ex-líbero, naquela conversa a seleção começou a construir o título em Pequim.

– Eu reuni todo mundo no vestiário e falei “é a última vez que nós vamos estar aqui abaixo no pódio.” Foi uma coisa que veio assim. Eu falei “olha para aquele pódio porque a última vez que a gente vai ver essa cena. Porque a gente merecia coisa maior.” Acho que foi o momento que eu, como capitã, por mais destruída que eu estava, porque aquela derrota me deixou muito triste e muito mal, mas eu precisava como capitã e como líder levar aquela derrota como exemplo pra gente – contou Fofão.

Fofão era a capitã da seleção brasileira no primeiro ouro olímpico — Foto: Marcel Merguizo/TV Globo

Fofão era a capitã da seleção brasileira no primeiro ouro olímpico — Foto: Marcel Merguizo/TV Globo

Após ouro inédito de 2008, Fofão deixou a seleção e o Brasil ganhou uma outra capitã. O técnico José Roberto Guimarães fez uma votação e deixou que as jogadoras elegessem a nova líder. Vitória unânime de Fabiana! De fala mansa, tímida, com jeito calmo e tranquilo, ela era uma extensão da antecessora. A central sempre se viu em Fofão.

– Fofão sempre foi o meu espelho. Então, desde novinha eu sempre grudei na Fofão. Eu sempre queria estar conversando, eu sempre queria estar trocando essa experiência. Porque eu sabia que era uma coisa que poderia acrescentar muito na minha vida – contou a jogadora.

Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, a história de Fofão foi importante para as decisões de Fabiana. Depois de uma primeira fase ruim, com uma quase eliminação, a central tomou a iniciativa de ir ao quarto de Zé Roberto para sugerir mudanças. A reviravolta do Brasil na competição foi impressionante, culminando no bicampeonato olímpico.

– Para mim foi um marco, eu vejo a figura da Fabiana, eu vou ver sempre, ela entrando no meu quarto, com os olhos assim arregalados de um problema absurdo que a gente tinha para resolver. Ela veio para conversar e eu disse “olha, vamos fazer o seguinte, vamos fazer uma reunião e amanhã de manha, em vez da gente treinar, vamos nos reunir e vamos conversar”. E foi quando as coisas começaram a mudar.

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Fontes: Ge – Globo Esporte.

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