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Esportes

Ex-Ministro dos Esportes e chefe de missão do Quênia na Rio 2016 são condenados por peculato

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Ex-Ministro dos Esportes e chefe de missão do Quênia na Rio 2016 são condenados por peculato

Hassan Wario e Stephen arap Soi se apropriaram de bens públicos mas poderão se livrar da cadeira mediante pagamento de multas

A Justiça de Nairóbi condenou o ex-Ministro dos Esportes do Quênia, Hassan Wario, e o chefe de missão do país na Rio 2016, Stephen arap Soi, por peculato, a apropriação de fundos públicos destinados à delegação olímpica. Os dois poderão de livrar da prisão em caso de pagamento de multa.

Wario foi condenado a seis anos de prisão, mas poderá seguir em liberdade mediante o pagamento de cerca de R$ 170 mil. Soi precisará desembolsar quase R$ 5 milhões para se livrar da sentença de 10 anos de prisão. Os dois foram acusados de mau uso do dinheiro público, autorizando gastos desnecessários e superfaturando despesas.

Hassan Wario, ex-Ministro dos Esportes do Quênia, em 2017 — Foto: Getty Images

Hassan Wario, ex-Ministro dos Esportes do Quênia, em 2017 — Foto: Getty Images

Outros quatro envolvidos no caso, o ex-secretário geral do Comitê Olímpico Queniano, Francis Paul Kanvili, o diretor administrativo Harun Komen, o diretor de finanças do ministério dos esporte, cultura e arte, Patrick Kimathi, e o ex-secretário Richard Ekai foram absolvidos.

Em 2016, Soi chegou a ser preso ao desembarcar no Quênia junto com Francis Kanvili, hoje absolvido, e o vice-chefe de missão no Rio, James Chaca. Os três foram acusados na ocasião de serem responsáveis pela má gestão da equipe do país na Rio 2016.

À época o maratonista Wesley Korir denunciou que a equipe teve que ficar mais dias no Rio de Janeiro para aguardar voos mais baratos para retornar à África. Como a Vila Olímpica teve de ser esvaziada , a solução encontrada pelos dirigentes foi hospedá-los em uma comunidade carioca, onde Korir disse ter vivido “um drama” por causa de barulhos, inclusive de tiros. A alimentação oferecida aos atletas também teria sido precária.

Este não foi o único escândalo do país após a Rio 2016. O chefe da delegação de atletismo, Michael Rotich, também foi preso em agosto daquele ano acusado de exigir propina de atletas em troca de proteção com avisos prévios de exames antidoping.

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Globo Esporte

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