O ex-BBB Rodrigo Mussi escreveu e postou uma carta exibindo a mão direita em suas redes sociais neste domingo (15). Essa é a primeira aparição do ex-BBB após

Redação Publicado em 16/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 08h00
O ex-BBB Rodrigo Mussi escreveu e postou uma carta exibindo a mão direita em suas redes sociais neste domingo (15). Essa é a primeira aparição do ex-BBB após o acidente de trânsito que sofreu em 31 de março, em São Paulo.
Na carta, Rodrigo diz que não sobreviveu à toa e agradece por uma nova vida.
“Aqui é o Rodrigo, vocês dizem que eu sou um milagre e eu acredito que não estou vivo à toa. Ainda estou assimilando tudo. Obrigado Deus por me dar uma nova chance, uma nova vida e um livro novo em branco nas mãos para escrever novas histórias. Agora eu faço aniversário 2 vezes por ano. Lembrem-se somos abençoados para abençoar. Em breve estou de volta”, diz Rodrigo.
O ex-BBB teve alta do Hospital das Clínicas em 28 de abril, após quase um mês internado, e segue em tratamento em uma clínica de reabilitação.
A Justiça de São Paulo quer saber de Rodrigo Mussi tem “condições clínicas e psicológicas” para falar sobre o acidente de trânsito. O caso corre sob sigilo no inquérito a pedido do Ministério Público (MP) e da Polícia Civil.
Em seu decisão, a juíza Aparecida Angélica Correia, da 1ª Vara Criminal do Fórum de Pinheiros, na Zona Oeste da capital, determinou nesta terça-feira (10) que também fossem realizadas com urgência mais diligências em busca de documentos do período de quase um mês que o ex-BBB ficou internado no Hospital das Clínicas, bem como relatórios sobre seu tratamento médico para saber se ele teve “eventuais sequelas”.
“Entendo por bem decretar o sigilo destes autos. Providenciem-se as anotações necessárias. Cobre-se, com urgência, a juntada do laudo pericial do local dos fatos, já requisitado pela Autoridade Policial. Oficie-se, com urgência, ao Hospital das Clínicas, a fim de encaminhar relatório médico atualizado acerca das lesões sofridas por Rodrigo Abrão de Carvalho Mussi Ivo, bem como sobre o tratamento, eventuais sequelas e, ainda, se a vítima possui condições clínicas e psicológicas de prestar declarações sobre os fatos”, escreveu a magistrada em seu despacho publicado no site do Tribunal de Justiça (TJ).
Procurado para comentar o assunto, o MP informou, por meio de sua assessoria de imprensa que “decretado o sigilo dos autos, em razão das peculiaridades do caso, razão pela qual o Ministério Público não vai fornecer informações.”
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G1
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