A retirada permite que o ministro e sua esposa realizem transações e tenham acesso a bens nos Estados Unidos sem restrições
Gabriela Thier Publicado em 12/12/2025, às 17h34
Na última sexta-feira (12), o governo dos Estados Unidos anunciou a exclusão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções imposta pela Lei Magnitsky. Essa lei é utilizada para penalizar indivíduos estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos e corrupção. O comunicado oficial não detalhou os motivos que levaram a essa decisão.
O deputado Eduardo Bolsonaro expressou sua desaprovação por meio de uma postagem na plataforma X, anteriormente conhecida como Twitter. A mensagem foi assinada em conjunto com Paulo Figueiredo, um aliado político e neto do último presidente durante a ditadura militar brasileira. Ambos foram identificados como os principais responsáveis pela articulação das sanções contra Moraes junto ao governo americano.
NOTA PÚBLICA
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) December 12, 2025
Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil.
Lamentamos que a… pic.twitter.com/Kcm3MSb4Xr
A retirada das sanções implica em uma série de restrições que deixaram de ser aplicáveis a Alexandre de Moraes e Viviane Barci de Moraes. Até então, as sanções resultavam em: