Durante o terceiro trimestre de 2024, o Brasil posicionou-se como a quarta maior economia, com um aumento de 4%
William Oliveira Publicado em 03/12/2024, às 11h30
O Brasil apresentou um crescimento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) durante o terceiro trimestre de 2024, posicionando-se como a quarta economia mais dinâmica entre os países do G20 que já publicaram seus dados de desempenho econômico. Esta elevação trimestral demonstra um ritmo positivo de expansão econômica, sendo superada apenas pela Indonésia (1,5%), Índia (1,3%) e México (1,1%).
A análise interanual, comparando o terceiro trimestre de 2024 com o mesmo período em 2023, coloca o Brasil novamente em quarto lugar, com um aumento de 4%. À frente estão Índia (5,4%), Indonésia (5%) e China (4,6%). Entretanto, quando se considera a variação acumulada ao longo dos últimos quatro trimestres, o Brasil cai para a sexta posição, ficando atrás da Índia (7,1%), Indonésia (5%), China (5%), Rússia (4,4%) e Turquia (3,6%).
Os dados foram divulgados pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda e mostram que, até setembro deste ano, o PIB brasileiro atingiu R$ 3 trilhões. Este valor está dividido entre R$ 2,6 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 414 bilhões em Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
O desempenho econômico no terceiro trimestre foi impulsionado por um crescimento de 0,9% no setor de serviços e 0,6% na indústria. No entanto, o setor agropecuário sofreu uma contração de 0,9%. Essas informações são provenientes do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reveladas na última terça-feira.
No cenário internacional do G20 para o terceiro trimestre de 2024, os destaques econômicos incluem: Indonésia liderando com 1,5% de crescimento; Índia com 1,3%; México com 1,1%; seguido por Brasil e China, ambos com 0,9%. Outras economias significativas apresentaram desempenhos variados: Arábia Saudita cresceu 0,8%, Estados Unidos avançaram 0,7%, enquanto Turquia (-0,2%) e África do Sul (-0,3%) registraram quedas.