Governo Federal

Cortes de gastos são essenciais para atingir metas do arcabouço fiscal de 2026, diz Tebet

A ministra acrescentou porém que não há urgência imediata na redução de gastos

A ministra acrescentou porém que não há urgência imediata na redução de gastos - Imagem: Reprodução / Agência Brasil

Gabriela Thier Publicado em 30/10/2024, às 19h02

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, destacou recentemente que a maior parte das ações voltadas para a redução de gastos do governo federal pode ser conduzida sem urgência imediata, dado que o foco é assegurar a conformidade com as diretrizes fiscais até o ano de 2026. De acordo com Tebet, o diálogo com o Congresso Nacional poderá ocorrer de forma tranquila, sem necessidade de acelerar os procedimentos legislativos.

Em suas declarações, a ministra ressaltou a importância de elaborar propostas para contenção de despesas, embora ainda não haja previsão para um anúncio formal, que dependerá da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela mencionou que a apresentação dessas medidas é tratada como prioridade e espera-se que ocorram em novembro, apesar de os valores exatos ainda não estarem disponíveis para divulgação.

Além disso, Tebet indicou que já tem clareza sobre as áreas que permanecerão inalteradas e reconheceu a necessidade de reavaliar algumas políticas públicas, embora tenha optado por não especificar quais seriam. O conjunto atual de propostas é apenas o primeiro de uma série planejada, com pelo menos mais dois pacotes subsequentes que abordarão mudanças estruturais importantes. A ministra sublinhou a importância de coordenar essas medidas com o Congresso Nacional, ressaltando a necessidade de cooperação entre os poderes para garantir a implementação eficaz das políticas pretendidas.

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