Lele Abdala Publicado em 20/10/2025, às 09h22
A maioria dos adultos acredita que desenhos animados e filmes infantis são apenas entretenimento inocente. Cores vibrantes, músicas alegres e personagens carismáticos tudo parece feito para divertir e educar. Mas há uma camada que quase ninguém percebe: essas produções influenciam diretamente o campo energético e o inconsciente das crianças, muitas vezes sem que os pais se deem conta.
As imagens, sons e símbolos que compõem um desenho não são neutros. Eles carregam frequências, arquétipos e mensagens subliminares que moldam a percepção da realidade. A mente infantil, ainda em formação, funciona como um portal aberto. Tudo o que entra ali se torna base para padrões mentais, emocionais e vibracionais futuros. Por isso, o conteúdo que parece “inofensivo” pode, na verdade, estar plantando sementes de medo, violência ou submissão.
Muitos desenhos exploram temas sombrios travestidos de humor: pactos, invocações, manipulação de poder e disputas entre forças ocultas. Ao assistir repetidamente a esse tipo de enredo, a criança se sintoniza com frequências densas, normalizando energias que deveriam ser tratadas com reverência e consciência. É nessa abertura vibracional que portais sutis se criam não portais físicos, mas campos psíquicos que conectam a criança a egrégoras específicas do inconsciente coletivo.
A polêmica é essa: o portal mais poderoso não se abre em um templo , ele se abre na sala de estar, na tela da televisão. E quando aberto com descuido, pode trazer companhias energéticas que drenam vitalidade e distorcem percepções. É por isso que muitas crianças desenvolvem medos inexplicáveis, pesadelos recorrentes ou comportamentos agressivos depois de consumir certos conteúdos.
Não se trata de demonizar desenhos, mas de trazer consciência. Como adultos, precisamos perguntar: “Que frequência este conteúdo carrega?” e “O que ele está ensinando sobre o mundo?” O entretenimento pode ser ferramenta de expansão ou de aprisionamento ...depende da intenção por trás e da forma como é recebido.
Reflexão:
“A alma de uma criança é solo fértil. Tudo o que você planta ali, florescerá.”
Agora é com você:
Nos vemos na próxima coluna.
Com consciência e presença,
Lele Abdala