O ex-governador Sérgio Cabral foi transferido agora à noite do presídio de segurança máxima de Bangu 1, no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro, para o

Redação Publicado em 06/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 07h24
O ex-governador Sérgio Cabral foi transferido agora à noite do presídio de segurança máxima de Bangu 1, no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro, para o quartel do Corpo de Bombeiros no bairro do Humaitá, na capital carioca, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), tomada hoje (5). 

Na decisão, o desembargador convocado Olindo Menezes decidiu pela transferência “para preservar a integridade física” do ex-governador. No Grupamento Especial Prisional (GEP) do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Cabral deverá cumprir o isolamento cautelar imposto pelo juízo de execuções penais.
Como o GEP, no bairro de São Cristóvão, na zona norte, fica em área dominada pelo tráfico de drogas, a corporação informou ao STJ que a unidade prisional não oferecia garantias de acautelar Cabral. Por isso, o local onde o ex-governador ficará preso à disposição da Justiça foi mudado.
Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária informou que a decisão judicial foi cumprida e o ex-governador Sérgio Cabral foi transferido para o quartel do Corpo de Bombeiros no Humaitá.
Na terça-feira (3), Cabral e mais cinco presos foram levados para o Complexo Prisional de Gericinó, conhecida como Bangu 1. A transferência da Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, foi determinada pelo juiz Bruno Monteiro Rulière após terem sido encontradas irregularidades na unidade prisional da PM.
Nas inspeções da Vara de Execuções Penais, realizadas nos dias 24 de março e 27 de abril, foram apreendidos celulares e outros materiais proibidos com os presos e tratamento diferenciado ao grupo alocado na ala dos oficiais.
Na decisão, o desembargador convocado ressaltou que a remoção dos presos, especialmente do ex-governador, ocorreu “sob os auspícios de uma certa culpa coletiva, sem nenhuma individualização, ao arrepio do devido processo legal”. Segundo Olindo Menezes, muitas das irregularidades aconteceram mais por ação e/ou omissão da direção e menos pela ação individual dos presos.
O desembargador escreveu na decisão que embora tenha sido determinada a transferência e o isolamento cautelar de todos os presos, conjuntamente, a atuação de Cabral “não chegou a ser devidamente personalizada na decisão de origem, mesmo porque pouco se apontou de relevante no que haja sido encontrado na sua cela, de forma irregular, o que deve ser oportunamente apurado”.
Na avaliação de Olindo, apesar de ter sido determinado que os presos transferidos ficassem em galeria própria em Bangu 1, isolados dos demais, “não parece prudente a manutenção do paciente [Cabral] em unidade integrante do Complexo de Gericinó”. O desembargador citou uma decisão anterior pelo Supremo Tribunal Federal que determinou a remoção de Sérgio Cabral de Bangu I “em razão de fatos imputados a outros detentos da mesma unidade e que estariam relacionados à delação do ex-governador”.
.
.
.
Agência Brasil
Leia também

Nova namorada de Manoel Gomes, o Caneta Azul, faz revelação sobre vida íntima do casal

Carol Barcellos vence fuso e falta de espaço em treino intenso em Tóquio

O lugar a que pertencemos

CBF notifica 99, BYD, Bradesco e Nubank por suposto marketing de emboscada durante a Copa

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Cristiano Ronaldo se incomoda com pergunta sobre Messi e se recusa a responder

Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão em novo caso

Cristiano Ronaldo faz história e Portugal atropela o Uzbequistão na Copa do Mundo

Infantino confirma presença de Trump na final da Copa de 2026 e diz que presidente dos EUA entregará taça ao campeão

Seleção do Irã pede paz entre nações em carta deixada no vestiário após jogo da Copa