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Dia a Dia

SP ganha 62 mil eleitores de 16 e 17 anos, mas perde mesmo número na faixa etária acima de 60 anos durante a pandemia

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O estado de São Paulo registrou um aumento de 62.006 eleitores de 16 e 17 anos entre fevereiro de 2020, um mês antes do início da pandemia da Covid-19, e abril deste ano. Por outro lado, contabilizou, no mesmo período, uma diminuição de 62.299 eleitores de 60 anos ou mais. É o que aponta um levantamento feito pela GloboNews com base na Estatística do Eleitorado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com os números do TSE, o eleitorado total do estado recuou 3% entre fevereiro de 2020 e abril deste ano. O total passou de 33,4 milhões para 32,6 milhões – 875.834 eleitores a menos.

Se considerarmos apenas os eleitores de 16 e 17 anos, o grupo foi de 219,7 mil para 281,7 mil pessoas desta faixa etária aptas a votar. No caso dos idosos de 60 anos ou mais, a queda foi de 7 milhões para 6,9 milhões.

Na avaliação do professor do Departamento de Demografia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e presidente da Associação Brasileira de Estudos Populacionais, Roberto Luiz do Carmo, diferentes aspectos do ponto de vista demográfico podem estar por trás da redução do eleitorado apto a votar no maior colégio eleitoral brasileiro.

Isso inclui o impacto da Covid-19, que matou, de forma mais concentrada, os mais idosos, e o fato de que parte de quem tem 80 anos ou mais neste ano ter nascido durante os anos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), fato que, historicamente, derrubou as taxas de natalidade daquele período.

“Essa população [a partir de 80 anos] pode ter nascido no período da Segunda Guerra Mundial. Por conta da guerra, existe uma tendência de redução da natalidade. Esse pode ser um processo que está impactando esses números. Ou seja, nasceu menos gente naquele momento histórico. Esse é o nosso primeiro conjunto de fatores, os nascimentos”, explica Carmo.

“O segundo conjunto de fatores são as mortes. Pode ser que esteja ocorrendo o impacto, por exemplo, da pandemia, neste contexto dos últimos dois anos, quando a gente observou que a mortalidade foi maior nos grupos etários dos mais idosos. Esse também pode ter sido o impacto.”

A pandemia de coronavírus fez com que a expectativa de vida ao nascer no estado de São Paulo caísse pela primeira vez desde que a série histórica começou a ser calculada, em 1940.

Faixas etárias

 

O estado de São Paulo vive uma transição demográfica marcada pelo envelhecimento acelerado de sua população. Em consequência disso, os números de eleitores aptos das faixas etárias mais jovens têm caído ao longo das últimas eleições, fato também verificado do período de pré-pandemia para cá.

No grupo de eleitores de 25 a 34 anos, por exemplo, houve uma diminuição de 385 mil eleitores aptos (de 6,6 milhões para 6,2 milhões) entre fevereiro de 2020 e abril deste ano no estado.

Já entre o segmento etário de 35 a 44 anos, a queda foi ainda maior: de 723 mil pessoas aptas a votar (de 6,9 milhões para 6,2 milhões).

Covid-19

 

Dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe) confirmam que os idosos constituem um grupo com registro expressivo de mortes por Covid desde o início da pandemia.

Levantamento feito pelo cientista de dados e coordenador da Rede Análise Covid-19, Isaac Schrarstzhaupt, a pedido da GloboNews, aponta que, entre o início da pandemia e 1º de maio deste ano, pelo menos 35.308 pessoas de 80 anos ou mais morreram de Covid no estado de São Paulo.

Isso representa 22% de um universo de 161.785 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com confirmação de Covid-19. Os números foram coletados pelo pesquisador no SIVEP-Gripe. Há registros de óbitos por Covid-19 que não são notificadas como SRAG, o que quer dizer que a quantidade de mortes nessa faixa etária é ainda maior.

No país, a proporção de mortes nessa faixa etária é parecida: 130,8 mil (23%) ante um total de 579.055 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com confirmação de Covid-19 até 1º de maio.

De acordo com projeções populacionais do IBGE, o grupo etário de 80 anos ou mais reúne cerca de 4,7 milhões de pessoas, que representam 2,2% da população brasileira (estimada atualmente em 214,2 milhões).

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G1

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