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Polícia

PSOL pede que polícia investigue Cristófaro por frase racista; vereador admite erro e diz que precisa desconstruir preconceitos

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A bancada de vereadores do PSOL solicitou nesta quarta-feira (4) à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) que abra um inquérito para investigar a frase racista dita pelo vereador Camilo Cristófaro (sem partido) na Câmara Municipal de São Paulo.

O pedido foi feito após o vazamento do áudio do vereador durante a sessão da CPI dos Aplicativos na terça (3), onde o parlamentar usou o termo “é coisa de preto” enquanto participava remotamente da reunião.

No documento apresentado à Decradi, os vereadores Luana Alves, Érika Hilton, Paula Nunes e Celso Giannazi afirmam que “o termo ‘coisa de preto’ apresenta ofensa extensiva a toda a população negra, vez que é usado para atribuir a pessoas dessa origem étnico-racial práticas de cunho duvidoso, incompetente e desonesto”.

“A ofensa proferida é contra uma coletividade, toda uma raça, não há especificação do ofendido. (…) Enquanto problema social, o racismo manifesta-se pela depreciação do outro, sua inferiorização e exclusão dos bens materiais e simbólicos capazes de lhe garantir uma existência digna. Trata-se de uma ideologia de dominação e ódio, que funciona como um sistema de subalternização de pessoas com relação a traços físicos, elementos visíveis”, disse o requerimento protocolado na polícia.

“Não podemos mais aceitar o racismo na sociedade e nem na Câmara Municipal. Ou punimos aqueles que cometem racismo ou estaremos sendo coniventes com estas atitudes violentas contra a maioria da população brasileira”, disse a covereadora Paula Nunes, signatária do pedido.

O que diz o vereador

 

Em nota divulgada nesta quarta (4), o vereador Camilo Cristófaro admitiu que cometeu um erro ao usar o termo racista e disse que “precisa passar por uma desconstrução desses preconceitos”.

O parlamentar também afirmou que “apesar de ter tido uma fala racista”, ele “não é racista em suas atitudes”.

“Um errro…cometi um erro…Eu peço desculpas a toda população negra por esse episódio que destrói toda minha construção política na busca de garantia à cidadania dos paulistanos. Apesar de ter tido uma fala racista, eu não sou racista em minhas atitudes e com o tempo vocês terão a oportunidade de constatar isso”, declarou.

 

“Eu como humano tenho que me reconstruir para ser um vereador que combate qualquer forma de discriminação, principalmente quando mantenho valores de uma sociedade que está se transformando para melhor, onde todos devem ser respeitados. Venho de uma geração onde as piadinhas eram normais e preciso passar por uma desconstrução desses preconceitos”, finalizou.

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G1

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