Policiais civis de todo o país realizam nesta quinta-feira (22) a terceira fase da operação "Luz na infância", que apura crimes relacionados a pornografia

Redação Publicado em 22/11/2018, às 00h00 - Atualizado às 07h43
Policiais civis de todo o país realizam nesta quinta-feira (22) a terceira fase da operação “Luz na infância”, que apura crimes relacionados a pornografia infantil. A ação é coordenada pelo Ministério da Segurança Pública. Até a última atualização desta reportagem, 29 pessoas tinham sido presas em flagrante.
Ao todo, são cumpridos 69 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em 18 estados. As prisões em flagrante ocorrem no momento em que policiais encontram materiais ilícitos.
Além desta operação das polícias civis, a Polícia Federal também faz uma operação semelhante (leia ao fim deste texto).
A operação também ocorre, de forma paralela, na Argentina. Policiais do país vizinho visitaram o Brasil em agosto. Eles conheceram os métodos da investigação e a forma como é realizada.
Na ocasião, as equipes brasileiras os ajudaram na identificação de alvos. Por isso, decidiram replicar a ação por lá, mas adaptada à legislação deles.
“Nesta edição da operação, o Corpo de Investigações Judiciais (CIJ) do Ministério Público Fiscal da Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina, realiza operação simultânea e cumpre 41 mandados de busca”, informou o ministério.

Operação Luz da Infância cumprindo mandados de busca e apreensão, em outra fase — Foto: Polícia Civil/ Divulgação
Cerca de mil policiais participam da operação desta quinta-feira. A primeira fase remonta a outubro de 2017, com a prisão de 112 abusadores e cumprimento de 157 mandados de busca e apreensão.
Na segunda edição, ocorrida em maio de 2018, houve cumprimento de 579 mandados de busca, resultando na prisão de 251 pessoas.
De forma paralela, a Polícia Federal realiza a operação Atalaia, que também apura crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, pela internet. São 60 mandados de busca e apreensão em 12 estados e no DF. O objetivo é apreender computadores e outros eletrônicos.
“Os crimes investigados pela PF consistem no armazenamento e na divulgação internacional, pela internet, de imagens e vídeos de pornografia infantil, estando previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente”, declarou a corporação. As penas desse tipo de crime podem chegar a seis anos de prisão e multa.
A Polícia Federal também apura eventuais crimes conexos, como a prática de violência sexual contra crianças e a própria produção do material pornográfico ilícito. As penas podem chegar a 15 anos de prisão.

Policiais federais no Rio de Janeiro durante operção contra pedofilia — Foto: Divulgação
Leia também

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

SP terá rodízio de veículos suspenso por dois dias devido ao feriado da Revolução Constitucionalista

Radares com inteligência artificial começam a multar motoristas no Rodoanel de São Paulo

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Incêndio em fábrica de calçados deixa 28 mortos no sudeste da China

STJ determina cobertura obrigatória de cirurgias de feminização facial por planos de saúde

Lula recebe líderes do MST para discutir novas ações humanitárias em apoio à Venezuela após terremotos

General da reserva ironiza pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e diz que família não voltará ao Planalto

Condenado por massacre no Morumbi Shopping volta a circular em Salvador após deixar internação judicial