O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (26) em publicação no Twitter que sua prioridade de governo, se

Redação Publicado em 26/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 14h05
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (26) em publicação no Twitter que sua prioridade de governo, se eleito, será gerar crescimento, oportunidades e emprego.
Bolsonaro afirmou, ainda, que não haverá estabilidade social enquanto houver violência, miséria e de altas taxas de desemprego. O candidato passou a manhã em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde continua falando com eleitores por meio das redes sociais.
“Nunca haverá estabilidade social na presença da violência, miséria e de altas taxas de desemprego. Todo indivíduo deveria ter as condições de fazer escolhas que permitam preservar sua vida, sua liberdade e buscar a sua felicidade, além do conforto de sua família”, disse.
Nesta quinta-feira (25), em entrevista coletiva, o candidato do PSL prometeu manter o Brasil no acordo de Paris – que estabelece metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa – mas que é contrário a alguns pontos, que segundo ele, prejudicam o país.
“Você poderia buscar essas metas não estando em acordo nenhum. Poderia. Por outro lado, o que está faltando a todos vocês é buscar a verdade. O que realmente está por baixo desse acordo. O que eu sei é que o triplo A está em jogo. É uma grande área, uma grande faixa, que pega do Andes, passa pela Amazônia e vai até o Atlântico de 136 milhões de hectares, por sobre a calha do Solimões e do Amazônia e estaria não mais sobre a nossa jurisdição, mas estaria sobre a jurisdição de outro país, como sendo ela essencial para a sobrevivência da humanidade”, disse.
Bolsonaro disse, ainda, que não pretende acabar com a lei de incentivo à cultura, conhecida como Lei Rouanet, mas que poderá mudar a forma de distribuição dos recursos.
“Você tem que ter uma filtragem. Você não pode, para artistas famosos, dispensar vultuosos recursos para os mesmos”, afirmou.
“Não tem que mudar a lei. Você tem que ter uma pessoa lá que trate com carinho a questão dos recursos para artistas”, concluiu.
O candidato do PSL esclareceu, ainda, as mudanças que defende no estatuto do desarmamento. Ele apoia o fim da comprovação da necessidade da posse da arma, acabar com a renovação periódica do registro e reduzir a idade mínima de 25 para 21 anos.
“Eu digo que arma de fogo de posse do cidadão de bem, mais do que garantir a sua vida, pode garantir a liberdade de um povo. Toda ditadura foram procedidas de campanhas de desarmamento. No próprio período militar, de 64 a 85, com muita gente viva ainda que pode comprovar isso aí. O cidadão ia na Mesbla e comprava o seu revólver pra dar de presente pro seu pai ou pro seu tio e não tínhamos essa violência toda que está aí”, afirmou.
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