O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira (25), em publicação no Twitter, a integração de rodovias e

Redação Publicado em 25/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 14h04
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira (25), em publicação no Twitter, a integração de rodovias e ferrovias para melhorar o transporte de cargas no país.
“A melhoria neste setor vai além das estruturas portuárias e deve ter integração com uma vasta malha ferroviária e rodoviária ligando as principais regiões, assim como é feito em outros países”, disse.
Jair Bolsonaro passou parte da manhã em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele recebeu integrantes do grupo “mulheres com Bolsonaro”.
No fim da manhã ele foi ao encontro do empresário Paulo Marinho, na Zona Sul da cidade, gravar cenas extras dos últimos programas do horário eleitoral e material para a internet.
Segundo Bolsonaro, também é necessário melhorar a eficiência portuária, reduzir custos e atrair mais investimentos.
O candidato disse, ainda, que para combater o desemprego o Brasil precisa de confiança e segurança. Ele afirmou que os investidores “não confiam no Brasil”. De acordo com Bolsonaro, milhares de empresas fecharam “devido a violência, altos impostos, burocracia, corrupção e crise”.

Veja as atividades de campanha do candidato Jair Bolsonaro
Nesta quarta-feira (24), em uma entrevista, Bolsonaro disse que pode rever o projeto de fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.
O candidato do PSL também defendeu mudanças na lei para dar às pessoas o direito de ter uma arma, mas não para que andem armadas.
“Ninguém apoia estatuto do desarmamento onde qualquer um possa comprar arma e andar com ela por aí, inclusive isso é pra posse de arma de fogo. Não estamos tratando de mudança no tocante ao porte de arma de fogo.
Jair Bolsonaro também pediu que seus eleitores se mantenham calmos. “Não aceite provocações. Se tiver problema, saia. Mude de lugar. As eleições estão praticamente decididas. Não precisamos entrar na pilha deles. Eles querem criar fatos pra tentar nos atingir e, outra, não é questão apenas de briga politica. Farei o que for possível. Se a minha palavra for realmente mudar essa situação no Brasil, gostaria que não houvesse mais violência no Brasil”, disse.
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